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Porto Alegre, segunda-feira, 16 de julho de 2018.
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finanças pessoais

Notícia da edição impressa de 16/07/2018. Alterada em 16/07 às 13h54min

Criptomoedas em segurança

Brasil conta com gestoras profissionais para assessorar investidor

Brasil conta com gestoras profissionais para assessorar investidor


VISUALHUNT/DIVULGAÇÃO/JC
A grande turbulência no mercado que foi vista nas primeiras semanas de junho, que derrubou a bolsa, disparou o dólar e abalou até mesmo papéis conservadores como os do Tesouro Direto, soou o alarme do investidor brasileiro, que busca, além de se proteger do incerto cenário eleitoral, quer maior diversificação e maiores rentabilidades. Depois de ver o índice Bovespa perder mais de 18% somente nos últimos 30 dias,  o as criptomoedas - em especial os bitcoins -  voltaram a se destacar entre as opções disponíveis no mercado.
De um lado existem os investidores céticos que afirmam que a bolha das criptomoedas estourou, já que de primeiro de janeiro de 2018 até hoje o Bitcoin perdeu aproximadamente 50% do seu valor de mercado (que veio de US$ 13.500 para US$ 6.500 no dia de hoje). Do outro lado há os investidores de longo prazo, que, apesar dessa queda em específico, viram seus investimentos multiplicarem mais de vinte vezes apenas nos últimos três anos.
Quem vai estar com a razão? Ninguém sabe ao certo, mas para muitos é uma aposta que vale o risco. Não há como negar a polêmica que envolve o mundo das Criptomoedas. No meio de euforias e decepções, esse mercado ainda recém-nascido é ao mesmo tempo muito promissor e um terreno fértil para golpes e esquemas.
Mas como reduzir o risco? Nesse cenário só existe uma ferramenta eficaz, a transparência total da informação. A HashInvest Capital, a primeira gestora de investimentos em criptomoedas do Brasil é também a primeira (e até o momento a única) empresa local a divulgar aos seus clientes um Relatório de Asseguração de Saldos, ou seja, um documento que confirma a existência de todas as criptomoedas em posse da gestora.
Esse relatório de Asseguração de Saldos é trimestral e produzido por auditores externos e independentes contratados pela empresa. Embora não exigido ou necessário, os auditores responsáveis são devidamente credenciados à CVM, ou seja, a auditoria da HashInvest atende aos padrões de mercado de uma auditoria realizada em uma gestora de recursos "convencional" por assim dizer.
De acordo com o diretor de Risco e Compliance da empresa, Gerson Mazer, a total e completa transparência com os ativos pertencentes aos clientes é o mínimo que uma empresa que carrega saldos em nome de terceiros precisa mostrar, seja aos próprios clientes, seja para o mercado. "De nada adianta marketing massivo e atores globais se você estiver falhando com básico, que é a transparência, o que em nossa gestora resolvemos muito bem", afirma Mazer.
A HashInvest oferta ao mercado uma carteira administrada, em que o cliente abre uma conta em seu nome e CPF e a HashInvest compra e armazena os criptoativos. Pelo serviço o cliente paga uma taxa de administração e a depender do serviço escolhido, uma taxa de desempenho.
Para quem quer acompanhar esse mercado como um todo olhando apenas um único número, a HashInvest criou o índice HASH5, uma cesta composta por cinco dos maiores criptoativos do mercado. A gestora oferece um investimento que replica esse índice. De acordo com a empresa, o investimento que replica o HASH5 é a melhor forma do investidor de longo prazo capturar o crescimento do mercado como um todo, e é a grande aposta da HashInvest para quem tem um horizonte de cinco a 10 anos para seus investimentos.
Na gestora também existe a possibilidade de investir individualmente em moedas como Bitcoin, Bitcoin Cash, XRP, Ether, Litecoin, Dash e Stellar com valores a partir de R$ 200,00 por criptomoeda. É importante lembrar que investimentos em criptomoedas são arriscados, o mercado tem alta volatilidade e não existem rendimentos garantidos.
O investidor que optar pelas criptomoedas podem contar com a simplicidade, segurança e transparência da HashInvest, que tem todos os seus números auditados a cada três meses e o Relatório de Asseguração de saldos que é disponibilizado aos seus clientes.

Startups se especializam na área

 Empresas nascentes apostam na modalidade para ganhar mercado

Empresas nascentes apostam na modalidade para ganhar mercado


VISUALHUNT/DIVULGAÇÃO/JC
As startups Satoshi, de Porto Alegre, We Fix, também de Porto Alegre, e Me Empresta, de Caxias do Sul, foram os destaques da sétima edição do programa Startup RS Digital, desenvolvido por Sebrae-RS e parceiros. Durante cinco meses, um grupo de 17 empreendedores participou de cursos, mentorias, workshops e eventos que têm o objetivo de promover a pré-aceleração das empresas e prepará-las para as vendas. As três empresas escolhidas durante o Demoday tiveram seus projetos avaliados por investidores e aceleradoras, oportunidade que pode gerar negócios e parcerias no futuro.
O gestor do projeto no Sebrae RS, João Antonio Pinheiro Neto, destaca a qualidade e a evolução das participantes. "Vamos começar agora a oitava turma, e já passaram pelo Startup RS mais de 100 negócios inovadores. A cada ano, os empreendedores se mostram mais preparados para evoluir", elogia. Pinheiro Neto ressalta, ainda, a dinâmica do Startup RS, que, ao final do período de aceleração e apoio às empresas, realiza o Demoday, momento em que os empreendedores apresentam seus projetos e produtos para uma banca qualificada de investidores. "Além de proporcionarmos qualificação, aproximamos as startups de um ecossistema cheio de oportunidades", afirma.
O caso exemplar desta edição do Startup RS é a Satoshi Investimentos, que ficou em primeiro lugar. Ela nasceu em outubro de 2017 como uma plataforma para fazer aplicações em criptomoedas. Na época, Jonas Rodrigues da Luz, um dos sócios, abandonou o emprego em uma grande empresa de softwares de gestão para se dedicar com exclusividade ao empreendimento. Ele se aliou a Thomás Capiotti, um empresário que já tinha experiência em startups, e juntos estão fazendo a Satoshi descolar.
A plataforma de investimentos exclusivamente voltada para criptomoedas funciona como uma espécie de administradora de fundos. Os clientes decidem o valor a ser investido, a partir de R$ 500,00, e a Satoshi faz a gestão do capital, aplicando em bitcoins ou em outras 19 moedas digitais disponíveis. "Como essa área é muito volátil, ao investir dessa forma, conseguimos minimizar os riscos", explica Luz. Para se remunerar, a empresa cobra um percentual de 22,5% do lucro dos investidores. Nesse período, a média de rendimentos é de 3,3% ao mês, bem acima da maioria das aplicações disponíveis no mercado.
Até o final do ano, projeta chegar a 500 investidores e um valor total aplicado de R$ 1 milhão. "Nesse mercado de criptomoedas, é importante não acreditar em promessas de ganhos exorbitantes, pois sempre há riscos envolvidos. Outra dica importante é nunca investir o dinheiro que não se pode correr risco de perder para pagar alguma conta, por exemplo", ensina.
Com o Startup RS, os empreendedores da Satoshi aprenderam a identificar o perfil de seu cliente. "Conseguimos perceber que, em média, ele tem 25 a 35 anos, é empreendedor e, portanto, mais aberto a riscos; gosta de eventos musicais, viagens e pets", revela. O sucesso na vitrine do Demoday garantiu visibilidade junto a investidores. "A partir do evento,l já temos reuniões agendadas", conta.

'Bolsa de valores' brasileira unifica corretoras

Volume de bitcoins negociados no País saltou de R$ 210 mil para R$ 113 milhões por dia

Volume de bitcoins negociados no País saltou de R$ 210 mil para R$ 113 milhões por dia


BLOOMBERG/BLOOMBERG/DIVULGAÇÃO/JC
A Wuzu lançou no Brasil uma plataforma com as quatro principais criptomoedas - bitcoin, ethereum, bitcoin cash e litecoin - por meio de uma tecnologia de última geração, conferindo às transações com criptomoedas agilidade, segurança e conformidade com todos os padrões da indústria financeira global. Nos últimos 13 meses, o volume negociado em bitcoin no Brasil saltou de R$ 210 mil para R$ 113 milhões por dia, segundo dados do mercado.
A Wuzu possibilitará a criação de uma rede de corretoras de criptomoedas para realizar a conexão entre dois ou mais pontos de negociação; na qual, quando uma ordem é enviada em uma ponta, qualquer corretora da rede pode acessá-la em outra, garantindo maior liquidez para executar as ordens e maior eficiência, com segurança garantida.
"O mercado de criptomoedas, uma evolução do mercado financeiro tradicional, é uma realidade e tem transformado o fluxo global de capitais. Diferentemente dos sistemas atuais de negociação de criptomoedas, o sistema da Wuzu tem uma arquitetura escalável baseada nas principais bolsas de valores do mundo. A linguagem utilizada é de ponta, resultando em uma capacidade de execução superior a qualquer outro sistema disponível no mercado", afirma Anderson Nery, cofundador da Wuzu.
Com a arquitetura pensada como ambiente de bolsa, a Wuzu pode listar um novo ativo a cada duas semanas, sendo que cada ativo tem sua arquitetura segregada, garantindo robustez e velocidade ao sistema. Os contratos derivativos de criptomoedas também serão adicionados ao longo de 2018.
Para aproveitar a liquidez de mais de uma corretora, o processo é hoje demorado, e existem múltiplas taxas em cada ponto de transição. Além disso, não há padronização de taxas, o que torna os custos de transferências de recursos ou criptomoedas altos; existem focos de liquidez restritos aos próprios books internos das corretoras; e a oferta de produtos também é restrita, graças ao desperdício de tempo em uma frente que não é o core dessas instituições, a tecnologia.
Atualmente, o mercado utiliza sistemas obsoletos, e cada player ainda faz uso de uma tecnologia diferente, o que resulta em altos (e até mesmo redundantes) custos e baixo grau de desenvolvimento do sistema como um todo.
"A arquitetura segura da Wuzu possui tecnologia baseada em microsserviços. Trata-se de um método de desenvolvimento de arquitetura com um conjunto de serviços modulares e independentes, no qual cada serviço executa um processo único, que oferece suporte para diversas plataformas e dispositivos, incluindo web, smartphones e dispositivos IoT (Internet das Coisas)", explica André Carrera, cofundador da Wuzu.
A implementação do sistema é rápida e apresenta custos 10 vezes menores quando comparados às outras soluções existentes no mercado, mas que não apresentam a proposta inovadora da Wuzu.
 
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