Porto Alegre, sexta-feira, 08 de janeiro de 2021.
Dia Nacional do Fotógrafo.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
sexta-feira, 08 de janeiro de 2021.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Pecuária

- Publicada em 10h25min, 08/01/2021. Atualizada em 10h26min, 08/01/2021.

Exportações de carne bovina subiram 8% em quantidade e 11% na receita em 2020

Expectativa para 2021 é de alta nas compras da União Europeia e países Árabes e de novos mercados

Expectativa para 2021 é de alta nas compras da União Europeia e países Árabes e de novos mercados


PABLO PORCIUNCULA BRUNE/AFP/JC
As exportações totais de carne bovina (in natura e processada) ultrapassaram as 2 milhões de toneladas em 2020, recorde no setor, apresentando um crescimento de 8% na movimentação e de 11% na receita em 2020. As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), com base na sua compilação de dados do Ministério da Economia, por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Decex).
As exportações totais de carne bovina (in natura e processada) ultrapassaram as 2 milhões de toneladas em 2020, recorde no setor, apresentando um crescimento de 8% na movimentação e de 11% na receita em 2020. As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), com base na sua compilação de dados do Ministério da Economia, por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Decex).
Para 2021, a Abrafrigo espera a manutenção do ritmo comprador da China e alguma elevação nas importações por parte dos países da União Europeia, Países Árabes e de novos mercados, com a melhoria da situação econômica mundial graças ao início da vacinação contra o Covid-19 e a volta do consumo na alimentação fora de casa. O acréscimo previsto é de 5%.
A movimentação em dezembro foi de 168.156 toneladas (-3%) contra 173.991 toneladas em dezembro de 2019. No mês passado, a receita foi de US$ 741 milhões (-12%), contra US$ 837 milhões em dezembro de 2019. Num ano de recordes, principalmente na movimentação para a China, as exportações atingiram 2.016.22 toneladas contra 1.875.023 toneladas registradas em 2019. A receita atingiu a US$ 8,4 bilhões contra US$ 7,6 bilhões em 2019.
A China, através de suas importações pelo continente e pela cidade estado de Hong Kong foi a grande responsável por este crescimento, importando sozinha 1.182.672 toneladas que proporcionaram uma receita de US 5, 1 bilhões, o que significou compras de 58,6% do total exportado pelo Brasil e de 60,7% da receita obtida pelo país. Entre os 20 maiores clientes do país, o segundo maior comprador em 2020 foi o Egito, com 127.953 toneladas (-23% em relação a 2019).
O terceiro foi o Chile, com 90.403 toneladas (-18,2%). Os Estados Unidos já aparecem na quarta posição, com importações de 59.544 toneladas (+53,8%). Em quinto lugar ficou a Rússia, com 58.849 toneladas (-15,4%); em sexto a Arábia Saudita, 41.067 toneladas (-4,4%); em sétimo os Emirados Árabes (40.860 toneladas (-44,2%) e em oitavo as Filipinas, também com crescimento positivo com 30.673 toneladas (+ 13,4%).
Comentários CORRIGIR TEXTO