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Porto Alegre, terça-feira, 05 de junho de 2018.
Dia Mundial da Ecologia e do Meio Ambiente.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 05/06/2018. Alterada em 04/06 às 22h43min

Custo Brasil fora de controle

O deputado gaúcho Jerônimo Goergen (PP) afirma que todos ainda estão preocupados com os acontecimentos que paralisaram o Brasil nas últimas semanas. "Alguma coisa tem que ser feita. O custo Brasil está fora de controle." O parlamentar está pedindo a realização de uma audiência pública, na Comissão de Agricultura, na próxima semana, para ouvir os caminheiros, os empresários e o setor da agroindústria, para saber como ficou a situação entre governo e empreendedores, que é grave. "Pelo que estou avaliando, não está atendendo ninguém", reclama o deputado.
Impacto no agronegócio
"Na audiência, vamos chamar todos para explicar como foi formada a tabela, se ela atende os caminhoneiros, qual o impacto que isso tem no agronegócio", adianta Jerônimo Goergen. "Pretendemos tentar viabilizar essa reunião já para a próxima semana. Prepararam a tabela, mas temos que saber qual o resultado." Na opinião do deputado, "acalmaram os caras, mas não adianta mentir, porque fica calmo uma semana e, quando volta, vem mandando bala. O importante é saber se está atendendo à economia", sinalizou. Na visão do parlamentar, "com um amplo debate na audiência pública, o assunto deverá ficar bem mais claro para podermos entender a eficácia das decisões tomadas, e quais os prejuízos e vantagens que trazem para a economia neste momento de crise".
Identidade digital
Válida em todo o território nacional, a carteira de identificação digital estará à disposição dos brasileiros a partir de julho. O Documento Nacional de Identidade (DNI) permite a integração de outros documentos, como CPF, Título de Eleitor e RG; e, com isso, reduz o risco de fraudes. O documento, lançado no Senado, e que já está à disposição dos senadores, "é moderno, inovador e seguro. Vai revolucionar o sistema de identificação das pessoas no Brasil", destacou o senador Dário Berger (MDB-SC), que representou o Senado no Comitê gestor do projeto.
Golpe militar, nem pensar
Os caminhoneiros, durante as paralisações, em alguns estados, mostravam faixas pedindo intervenção militar. Mas a democracia brasileira vai bem obrigado. Nem pensar em golpe militar. A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, reafirmou que não existe nenhum caminho a não ser o da democracia. Destacou que o papel do STF é o de garantir a participação popular, manter e aperfeiçoar o Estado democrático, e garantiu que "o Supremo continuará cumprindo a obrigação de guardar a Constituição e assegurar a eficácia dos direitos humanos. Não há escolha de caminho, a democracia é a única via legítima".
Opinião do general
Na mesma linha do Supremo, o militar mais graduado que tem se manifestado politicamente, o general de Exército Augusto Heleno Ribeiro Pereira, declarou que aquele Exército golpista dos anos 1950/60 não existe mais. Os novos líderes atuais, ao contrário dos velhos "tenentes" da Revolução da 1930 (que chefiaram o Golpe de 1964), estão com a cabeça longe do poder. "Os valores das Forças Armadas são os mesmos, mas há uma outra geração de militares, formada pela geração que viveu o período militar e colocou na cabeça dos atuais generais que esse não era o caminho."
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Comentários
Luiz Antonio Carvalho Beck 05/06/2018 11h30min
Bom dia meu senhor.nExército golpista é o que senhor não deveria escrever se tivesse um pouco mais de responsabilidade. Se o exercito "golpista" não tivesse intervido no País em 1964 nós estaríamos desfrutando de níveis de evolução da sociedade comparados a Cuba, a atual Venezuela ou ainda, ao espetacular momento em que o Brasil se encontra, após os 15 anos de governos PTistas. Seja mais criterioso, aliás, ninguém ainda fugiu para o paraíso socialista .. Por que o amigo não vai na frente .. SDS
Daciur Santos 05/06/2018 10h39min
Uma pergunta, a esses que se preocupam tanto com o agronegócio e seus lucros. E se os produtos ficarem , tão caros , com um custo maior do que a maioria das pessoas possam suportar, seus salários e direitos trabalhista, tão ignorados pelos patrões. O que eles , os empresários vão, fazer? Produzir para consumo próprio e, somente, para que puder comprar?