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Relações Internacionais

19/05/2018 - 15h34min. Alterada em 19/05 às 15h34min

Mercosul quer iniciar negociações de parceria econômica com o Japão

Aloysio Nunes Ferreira (segundo à esquerda) se reuniu com o ministro de relações exteriores do Japão

Aloysio Nunes Ferreira (segundo à esquerda) se reuniu com o ministro de relações exteriores do Japão


TOSHIFUMI KITAMURA/AFP/JC
Agência Brasil
O Mercosul quer iniciar negociações de parceria econômica com o Japão em novembro, segundo afirmou o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira. O chanceler está em viagem a sete países asiáticos desde o dia 7 de maio e a agenda de viagens pela região vai até o dia 25.
O Mercosul quer iniciar negociações de parceria econômica com o Japão em novembro, segundo afirmou o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira. O chanceler está em viagem a sete países asiáticos desde o dia 7 de maio e a agenda de viagens pela região vai até o dia 25.
Em Tóquio, no Japão, o ministro disse em entrevista à agência de notícias Nikkei Asian Review, nessa sexta-feira (18), que um acordo entre o bloco econômico e o Japão é essencial para a economia regional, com o aumento do protecionismo norte-americano.
Para o ministro, a aliança formada pelo Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai tem uma "relação complementar com o Japão". A ideia é iniciar as conversas sobre a parceria com o país asiático na reunião do G-20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo), que será realizada na Argentina, em novembro.
Segundo informações do Ministério das Relações Exteriores, o empresariado dos dois países está entusiasmado com a aproximação econômica por meio do Mercosul.
De acordo com o ministério, desde a adoção do Memorando de Cooperação para a Promoção de Investimentos e Cooperação Econômica no Setor de Infraestrutura, durante visita do presidente Michel Temer a Tóquio em 2016, os investimentos japoneses têm sido ampliados em áreas-chave para o desenvolvimento sustentável brasileiro. Segundo o ministro, o Japão tem contribuído para o aumento da produção agrícola no cerrado e poderá ampliar seus investimentos no Brasil em infraestrutura logística de escoamento.
A primeira etapa da visita aos países asiáticos foi em Singapura, Tailândia, Indonésia e Vietnã, quatro dos dez integrantes da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean). Na segunda etapa, estão Japão, China (Pequim e Xangai) e Coréia do Sul.