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Mercado Financeiro

02/05/2018 - 17h51min. Alterada em 02/05 às 17h51min

Petróleo fecha em alta, impulsionado por Fed e dólar mais fraco

Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta quarta-feira (2) impulsionados por uma perspectiva econômica positiva da parte do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e pela queda do dólar logo após a decisão de política monetária do BC americano. A commodity ainda sofreu influência da ameaça do Fundo Monetário Internacional (FMI) de expulsar a Venezuela.
Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta quarta-feira (2) impulsionados por uma perspectiva econômica positiva da parte do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e pela queda do dólar logo após a decisão de política monetária do BC americano. A commodity ainda sofreu influência da ameaça do Fundo Monetário Internacional (FMI) de expulsar a Venezuela.
O petróleo do tipo Brent com vencimento em julho, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), encerrou o pregão em alta de 0,31%, a US$ 73,36 por barril. Já o WTI para junho, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), subiu 1,01%, a US$ 67,93.
O Fed decidiu manter os juros na faixa entre 1,50% e 1,75% e ressaltou a força dos dados econômicos americanos, além da alta da inflação. Os preços do petróleo subiram logo após a publicação do comunicado, enquanto o dólar recuou ante outras moedas consideradas fortes, movimento que favorece commodities listadas na divisa americana por torná-las mais baratas para investidores estrangeiros.
Mais cedo, os dados semanais sobre os estoques contabilizados pelo Departamento de Energia (DoE) dos EUA deixaram os sinais dos contratos futuros mistos. O número de barris de petróleo subiu 6,218 milhões, acima da previsão de aumento de apenas 700 mil. Por outro lado, os estoques de destilados caíram mais do que o esperado.
"A demanda por destilados continua incrivelmente forte e apoia a tese de uma demanda global sólida por petróleo", disse Kyle Cooper, consultor do ION Energy Group.
Além disso, a decisão do FMI de emitir uma "declaração de censura" contra a Venezuela também deu apoio à alta do petróleo. Um relatório da entidade mostrou que o país não implementou as medidas corretivas estipuladas pela entidade em novembro de 2017. À época, o FMI apresentou uma série de ações que o país deveria tomar por não apresentar dados macroeconômicos requisitados pela instituição.
"É mais um prego no caixão da indústria de petróleo venezuelana", disse Phil Flynn, analista sênior de mercado no Price Futures Group. Fonte: Dow Jones Newswires