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Infraestrutura

Notícia da edição impressa de 03/05/2018. Alterada em 02/05 às 20h29min

Engie retoma a venda de duas térmicas a carvão

Companhia já recebeu propostas para se desfazer da Usina Pampa Sul, em construção em Candiota

Companhia já recebeu propostas para se desfazer da Usina Pampa Sul, em construção em Candiota


/ENGIE BRASIL ENERGIA/DIVULGAÇÃO/JC
A Engie Brasil vai participar do leilão de energia do governo para entrega em 2024 (A-6) com objetivo de expandir a geração de energia renovável. Com a energia solar fora do leilão, o foco da empresa será a fonte eólica, disse o presidente da Engie Brasil, Mauricio Bahr.
A Engie Brasil vai participar do leilão de energia do governo para entrega em 2024 (A-6) com objetivo de expandir a geração de energia renovável. Com a energia solar fora do leilão, o foco da empresa será a fonte eólica, disse o presidente da Engie Brasil, Mauricio Bahr.
A empresa tem como meta caminhar para uma energia totalmente limpa no Brasil e está vendendo suas duas únicas térmicas a carvão no País, Jorge Lacerda, em Capivari de Baixo (SC), de 857 megawatts, e a Pampa Sul, em construção em Candiota (RS), que terá 340 megawatts.
“O processo continua em aberto, recebemos propostas, é um projeto de médio prazo à medida que tenha valor nessa venda desses ativos”, informou Bahr. “Tem que encontrar alguém que tenha capacidade de levar adiante esse projeto, o novo comprador tem que seguir a vida das usinas”, explicou.
Segundo Bahr, a Engie recebeu várias propostas para a compra das térmicas, além da feita pela CountorGlobal, cujo acordo não foi adiante. “Já existiam potenciais interessados, não vai começar do zero, vamos chamar todo mundo”, disse.
A Engie também está em uma concorrência da Petrobras para uma participação na controladora na rede de gasodutos da Transportadora Associada de Gás (TAG). O processo passou recentemente para a fase vinculante, quando são emitidas cartas-convites aos interessados habilitados na fase anterior (não vinculante), com instruções sobre o processo de desinvestimentos, incluindo as orientações para a realização de due diligence e para o envio das propostas vinculantes.
A Engie está entre as três empresas selecionadas para a segunda fase na disputa pelo TAG, que, segundo Bahr, ainda está em andamento. “Nossa estratégica é continuar perseguindo energia renovável nos leilões e entrar nas áreas de infraestrutura. Linhas de transmissão, geração limpa e infraestrutura também na área de gás são interesse, não tem nada decidido o processo está em curso, vamos aguardar”, concluiu.