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Porto Alegre, segunda-feira, 07 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 08/05/2018. Alterada em 07/05 às 21h28min

Redução da violência

Em recente entrevista, o filósofo e professor da USP, Ruy Fausto, citou que muitos políticos oferecem sugestões sobre o combate ao banditismo, mas omitem que a desigualdade é uma importante causa da violência. Tem merecido destaque o absurdo de oito famílias serem detentoras de significativa parcela da riqueza do mundo, mas que embora as promessas de reduzir tal desequilíbrio, nada é feito nessa senda. Cabe lembrar a tese de que Fernando Henrique Cardoso foi o responsável pela eleição de Lula, visto pouco ter realizado a respeito. Portanto, quem for eleito há que concentrar-se neste ponto, sob pena de guinadas radicais noutros rumos (exemplos à vista em países próximos), além da violência continuar atingindo bens públicos e privados e ceifando milhares de vidas. (Avelino Cabral, escriturário)
Corrupção
Pelo que leio, ouço e vejo diariamente na mídia, somos todos corruptos no Brasil. É na Previdência, no auxílio a pescadores em Caxias do Sul (?), é em Câmaras Municipais, é com doleiros, no dinheiro para alimentação escolar, até mesmo em um Tribunal de Contas estadual. Para mim, não são apenas alguns políticos corruptos, como é noticiado diariamente. (Cristina Ferraz, Porto Alegre)
Artigo
No artigo sobre desarmamento, do deputado federal Alceu Moreira (PMDB), publicado na edição de 30/04/2018 do Jornal do Comércio, eu poderia acrescentar o que disse a grande figura norte-americana e do mundo, Benjamin Franklin. Após 228 anos de sua morte, assinalada em 17 de abril último, o pensamento do grande homem, politicamente falando, é atualíssimo: "Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos, estes decidirão de quem serão as outras propriedades". (Nielon Escouto, advogado)
Contas públicas
As contas públicas tiveram o pior desempenho para os meses de março em 22 anos, quando começou a série histórica, divulgou o Tesouro Nacional. O déficit do Governo Central somou R$ 24,828 bilhões. Somente nos três primeiros meses do ano, o acumulado negativo é de R$ 12,98 bilhões. O resultado também foi influenciado pela antecipação de pagamentos de valores decorrentes de decisões judiciais (precatórios), que naquele mês somaram R$ 9,5 bilhões. A receita líquida de transferências a estados e municípios teve queda de 0,6% na comparação com março de 2017. A Receita Federal informou que o crescimento da arrecadação se desacelerou em relação ao desempenho de janeiro e fevereiro, acompanhando o ritmo mais lento do que o esperado da retomada da economia. O que influenciou sobremaneira o desempenho negativo antes acentuado, embora a Receita Federal não informou, foi a liberação de emendas parlamentares, envolvendo alguns bilhões de reais, a deputados para neutralizar o envio de vários processos ao STF, relativos a delações premiadas contra o presidente Temer. (Danilo Guedes Romeu)
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