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previdência

24/04/2018 - 10h14min. Alterada em 24/04 às 10h14min

PF prende deflagra operacão contra fraudes previdenciárias

Agência Brasil
A Policia Federal, juntamente com a Inteligência Previdenciária, Advocacia-Geral da União, Ministério Público Federal e o INSS, realizam nesta terça-feira (24) uma operação para desarticular uma organização criminosa, chefiada por uma auxiliar de enfermagem, com o objetivo de praticar fraudes contra o INSS, em especial, nos benefícios de auxílio-doença. Equipes da PF cumprem pela manhã 12 mandados de prisão (7  temporárias, 5 preventivas) e 16 mandados de busca e apreensão, alem do bloqueio patrimonial no valor de R$ 25 milhões, de integrantes do esquema criminoso.
A Policia Federal, juntamente com a Inteligência Previdenciária, Advocacia-Geral da União, Ministério Público Federal e o INSS, realizam nesta terça-feira (24) uma operação para desarticular uma organização criminosa, chefiada por uma auxiliar de enfermagem, com o objetivo de praticar fraudes contra o INSS, em especial, nos benefícios de auxílio-doença. Equipes da PF cumprem pela manhã 12 mandados de prisão (7  temporárias, 5 preventivas) e 16 mandados de busca e apreensão, alem do bloqueio patrimonial no valor de R$ 25 milhões, de integrantes do esquema criminoso.
As investigações começaram em novembro de 2017 e até o momento apurou-se um prejuízo de mais de R$ 6 milhões apenas nos auxílios-doença. Os indícios apontam que a quadrilha agia há mais de 10 anos, estimando os desvios em mais de R$ 60 milhões. 
As fraudes consistiam em requerer auxílios-doença para pessoas, algumas que não eram segurados do INSS, com o uso de documentos falsos e diversos artifícios.  O grupo usava dublês, ou seja, pessoas se faziam passar pelo requerente durante a perícia médica, onde fingiam doenças mentais, tinham membros engessados e usavam falsos relatórios médicos. 
A quadrilha gerava aposentadorias falsas, com a carta de concessão fraudulenta possibilitando o saque irregular de valores depositados em seu FGTS. Parcelas dessa quantia era repassada ao grupo criminoso como pagamento pela falsa aposentadoria.
A operação foi batizada de Pseudea, pois refere-se a divindade grega que personalizava a mentira e as falsidades.