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Porto Alegre, sexta-feira, 13 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 13/04 às 15h14min

Ouro fecha em alta com cautela sobre comércio e geopolítica, mas sem fôlego

Os contratos futuros de ouro tiveram ganhos nesta sexta-feira. O metal, porém, chegou a oscilar entre ganhos e perdas, sem muito impulso, apesar de tensões recentes na área comercial e das divergências entre os Estados Unidos e a Rússia na questão da Síria.
O ouro para junho fechou em alta de US$ 6,00 (0,45%), a US$ 1.347,90 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Na comparação semanal, houve avanço de 0,88%.
Os preços têm oscilado na faixa entre US$ 1.305 a US$ 1.360 neste ano, baseando-se nos movimentos de maior demanda em busca por segurança, nas variações do dólar e nos temores sobre a perspectiva de juros mais altos.
Na quarta-feira, a cautela com o quadro comercial e as tensões entre os EUA e a Rússia após um suposto ataque químico no fim de semana na Síria levaram o ouro novamente à faixa de US$ 1.360, mas alguns analistas têm dito que não esperam uma escalada completa dos conflitos nem problemas graves na economia global. Na quinta-feira, o metal precioso voltou a recuar, novamente sem fôlego.
O dólar relativamente estável tem limitado os ganhos do ouro nas últimas semanas. Investidores também monitoram indicadores econômicos e sinais de dirigentes de bancos centrais com apreensão, já que juros mais altos tendem a elevar os retornos dos Treasuries e tornar o ouro menos atraente, em comparação. Walter Pehowich, da Dillon Gage Metals, disse que o ouro deve seguir na mesma faixa, até que exista mais clareza sobre quantas elevações de juros ocorrerão nos EUA neste ano. 
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