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Porto Alegre, terça-feira, 20 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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eleições 2018

Notícia da edição impressa de 20/03/2018. Alterada em 19/03 às 21h37min

PP promete para esta terça-feira sua saída do governo Sartori

Bruna Suptitz
Às vésperas de decidir o pré-candidato ao governo do Estado nas eleições de outubro, a saída do PP da base aliada do governador José Ivo Sartori (PMDB) deve acontecer hoje, segundo informação da assessoria do partido. A formalização da saída aguardava a sanção dos projetos de reestruturação do Instituto de Previdência do Estado (IPE), que estava prevista para ontem, mas não aconteceu. Os projetos continuam na Assembleia Legislativa, e a previsão é que cheguem na Casa Civil somente na semana que vem.
O PP, que ocupa a presidência do IPE com Otomar Vivian, já havia adiado a saída, prevista para acontecer em 15 de março, esperando a sanção dos projetos. Os outros dois cargos ocupados pelo partido no primeiro escalão do Executivo estadual são dos deputados estaduais Pedro Westphalen, na Secretaria de Transporte, e Ernani Polo, na Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação. As três exonerações estão previstas para acontecer hoje.
A previsão de saída precede a convenção do partido - que acontece no sábado, dia 24, na Capital; e que escolherá o pré-candidato ao Palácio Piratini entre o deputado federal Luís Carlos Heinze e o advogado Antônio Weck. Na noite de ontem, os dois participaram de reunião do diretório municipal de Porto Alegre.
Enquanto Heinze foi o nome indicado pelo maior número de convencionais do partido na pesquisa que definiu interesse em lançar candidatura própria ao governo do Estado em 2018, Weck, recém-filiado ao partido - está no PP desde setembro do ano passado -, não chegou a ser lembrado.
Ainda que a atividade de sábado defina o nome do PP ao cargo de candidato a governador, alas dentro do partido defendem uma aliança com outras siglas, indicando o candidato a vice. Heinze declarou que só se candidata como cabeça de chapa. Já Antônio Weck não descarta a possibilidade, mas defende que, se a decisão de lançar candidatura própria é da base, abrir mão dela também deve passar pela base. "Obtive do eleitor o voto. Seu eu quiser dar outro sentido a esse voto, vou perguntar", afirma.
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Comentários
Aroaldo Marques 20/03/2018 11h31min
Mais um partido que, igual ao PDT, saí mas não saí. É um faz de conta. Durante anos fez parte e se serviu do poder. Na hora do vamos ver, cai fora e ano que vem volta com quem ganhar. E assim caminha a humanidade.