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Porto Alegre, quinta-feira, 15 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

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Minas Gerais

Notícia da edição impressa de 16/03/2018. Alterada em 15/03 às 20h40min

MP pede bloqueio de R$ 10 milhões de mineradora após vazamento

O Ministério Público (MP) de Minas Gerais impetrou, nesta semana, ação civil pública com tutela de urgência, pedindo o bloqueio de R$ 10 milhões da empresa Anglo American de Ferro S.A. A medida busca garantir a realização de medidas emergenciais para diminuir os danos ambientais e sociais causados pelo rompimento do mineroduto Minas-Rio, em Santo Antônio do Grama (MG), na última segunda-feira. Em nota, a mineradora qualifica o incidente como um "evento independente" e diz que a barragem está em "condições de segurança e estabilidade". 
Na petição, os promotores também pedem que a Anglo seja obrigada, no prazo de 72 horas, a providenciar a contenção, retirada e destinação ambientalmente adequada dos poluentes. Pede-se, igualmente, a criação de um cadastro dos atingidos pelo desabastecimento e o fornecimento de água potável ao moradores do município, bem como o custeio, por parte da Anglo American, de uma auditoria ambiental independente, com prazo de 120 dias.
Segundo o MP, teriam vazado 450 metros cúbicos de minério, por 45 minutos, atingindo dois rios que abastecem cidades da região. A suspeita inicial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Minas Gerais era de que apenas o rio Santo Antônio tivesse sido afetado, mas um sobrevoo da área demonstrou que o rio Casca também recebeu sedimentos, embora em caráter diluído. Ao todo, o material se espalhou por uma área de, aproximadamente, sete quilômetros. Os moradores da região estão sendo abastecidos com caminhões-pipa, em regime emergencial.
 
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