Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 29 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

COMENTAR | CORRIGIR
Fernando Albrecht

Começo de Conversa

Notícia da edição impressa de 29/03/2018. Alterada em 29/03 às 18h05min

Feira do Peixe

EDUARDO BELESKE/PMPA/JC
Guilherme Kolling, interino
Tradição na Páscoa, a Feira do Peixe de Porto Alegre está em sua 238ª edição. Dezenas de bancas no Largo Glênio Peres atraem milhares de pessoas, que buscam pescado, bolinhos, espetinhos e a tradicional tainha na taquara. Os peixes mais procurados são a corvina, a carpa e a própria tainha. Dados da Emater indicam que em torno de 400 famílias da colônia Z5 são beneficiadas com o evento.

Cestas de Páscoa

Um acampamento indígena de kaingangues está armado há 15 dias no Parque da Harmonia. São dezenas de famílias de várias partes do Estado que se mobilizam nos dias anteriores à Páscoa para vender cestas artesanais no Centro Histórico da Capital. É o único momento do ano em que sua principal atividade econômica pode ter algum resultado. Um indígena consegue produzir cerca de 10 cestas por dia. A matéria-prima é taquara ou cipó marão, trançados com um ponto típico da etnia. Mas neste ano as vendas estão péssimas - menos de cinco cestas ao dia, em média. Eles culpam o calendário, isto é, o fim do mês.
 

Kaingangues


NAIRA HOFMEISTER/DIVULGAÇÃO/JC
Os kaingangues vêm com toda a família - há desde bebês até anciãos. Embora tenham respaldo legal para vender o artesanato na rua, precisam disputar espaço com haitianos, que são hostis de acordo com relatos dos indígenas. Para garantir o ponto, saem do acampamento entre 4h e 6h em direção à Rua da Praia.
 

Barbearia Joni


MARCO QUINTANA/JC
Uma das barbearias mais tradicionais de Porto Alegre, o salão Joni vai se mudar. Depois de mais de 50 anos na avenida Venâncio Aires quase equina Jacinto Gomes, o espaço vai para... a própria Venâncio, poucos metros adiante, atravessando a Jacinto. O atual espaço será ocupado pelo Ristorante Fontana, que vai expandir sua operação para as duas casas geminadas ao estabelecimento.
 

Engajamento

Empresários estão se mobilizando para atuar além das suas organizações. Um exemplo emblemático foi a doação de viaturas em Porto Alegre nesta quarta-feira. Aliás, o movimento acontece também em entidades de classe, com lideranças incentivando os associados a participarem da cena política.

Na política

É o caso da Federasul, que já teve dois ex-presidentes na função de vice-governador, Paulo Afonso Feijó (DEM, 2007-2010) e o atual, José Paulo Cairoli (PSD). A presidente da federação, Simone Leite, vem comandando encontros regionais que incentivam a classe produtiva a associar-se nas questões da comunidade e junto ao poder público. Nesta semana, promoveu a reunião número nove, em Bagé, do Fórum de Líderes, que vai até o fim do ano.

Disputa ao Senado

Simone Leite, aliás, disputou o Senado em 2014 pelo PP. Agora, apesar de o partido insistir que ela participe da eleição deste ano, não definiu se irá disputar. O cenário atual larga com uma reprise de 2010, quando Ana Amélia Lemos (PP), Paulo Paim (PT) e Germano Rigotto (PMDB) disputaram as duas vagas.

Por duas vagas

Ana Amélia e Paim se elegeram e devem buscar a reeleição. Rigotto ainda depende das alianças do PMDB em torno do governador José Ivo Sartori. E também estão no páreo Beto Albuquerque (PSB) e José Fortunati, que precisa se filiar a um partido.

Dança das cadeiras

O deputado estadual Bombeiro Bianchini deixou o PPL e assinou ficha no Partido da República (PR), sigla que já tem outro parlamentar na Assembleia Legislativa, Missionário Volnei.

Placas e números

Leitor reitera queixa da coluna sobre a falta de placas nas ruas da Capital. E acrescenta que a sinalização, em alguns casos, está afixada em prédios e casas de esquina, o que dificulta a visualização. Também observa que números de casas e prédios, muitas vezes, estão escondidos e não seguem nenhum padrão.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia