Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

CORRIGIR

Transportes

28/02/2018 - 12h43min. Alterada em 28/02 às 12h43min

Maia pretende colocar votação de projeto que regula Uber nesta quarta-feira

Deputados contrários aos aplicativos atuam para adiar a votação

Deputados contrários aos aplicativos atuam para adiar a votação


Marcelo Camargo/ABR/JC
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), informou que, "a princípio", colocará ainda nesta quarta-feira (28) em votação no plenário o projeto que regulamenta os aplicativos de transporte individual, como Uber, 99 e Cabify. "A princípio, votaremos hoje", disse. Nos bastidores, porém, deputados contrários aos aplicativos atuam para adiar a votação.
Na terça (27), Maia defendeu o reconhecimento desses aplicativos em lei federal e a regulamentação de suas atividades feita pelos municípios. "O melhor texto era o inicial, do deputado Daniel Coelho (PSDB-PE), que reconhecia o aplicativo na lei federal e transferia a regulamentação para lei municipal. Esse é o texto ideal", disse Maia. Para ele, impedir os aplicativos seria um retrocesso.
Ainda nesta quarta-feira, está prevista a votação do regime de urgência para votação de três projetos, sendo dois da área econômica: o da reoneração da folha de pagamento e o que libera 100% de capital estrangeiro em empresas áreas.
A outra urgência é do projeto que torna crime hediondo a explosão de caixas eletrônicas. Se aprovadas, as urgências permitirão que as propostas sejam votadas diretamente no plenário da Casa, sem precisar passar pelas comissões temáticas.
CORRIGIR
Seja o primeiro a comentar esta notícia