Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 05 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 05/02 às 16h33min

Liquidação prossegue e Bolsas da Europa fecham em queda forte

A onda de vendas nos mercado de ações prosseguiu nesta segunda-feira (5)na Europa, o que fez com que as principais bolsas encerrassem em quedas firmes. O índice pan-europeu Stoxx 600 terminou em queda de 1,56%, para 382,00 pontos.
A semana começa na Europa com o mesmo tom pessimista visto nos mercados acionários nas últimas sessões. A correção dos preços dos ativos vem ao mesmo tempo em que os principais bancos centrais emitem alertas de que o crescimento está fortalecido e a inflação se aproxima das metas, o que abre espaço para apertos monetários mais aprofundados. Com a probabilidade de o custo do dinheiro ficar mais caro, as vendas de ações prosseguem.
Nesta segunda-feira, o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, afirmou que a economia da zona do euro está se expandindo mais forte que o esperado e que as medidas adotadas pela instituição permitirão que a inflação atinja a meta gradualmente.
No front macroeconômico, os números seguem robustos. No período da manhã, a Markit informou que o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro subiu de 58,1 em dezembro para 58,8 em janeiro, atingindo o maior nível desde junho de 2006.
"As ações parecem estar preparadas para uma correção, que tem deixado muitos apostadores da alta preocupados com o fato de o rali ter chegado ao fim", comentou em nota o analista James Hughes, da corretora britânica AxiTrader.
O setor mais impactado pela venda de ações foi o bancário, altamente relacionado com os programas de estímulo à economia. As ações do alemão Deutsche Bank recuaram 1,47%, do italiano Banca Carige cederam 1,18%, do Santander perderam 1,28% e do francês Société Générale caíram 1,32%.
Destacaram-se ainda as perdas no setor de energia, derivadas da queda forte do barril do petróleo. As petroleiras britânicas BP e Royal Dutch Shell se destacaram entre as principais baixas, com quedas respectivas de 1,51% e 1,21%. A Bolsa de Londres fechou em queda aos 7.334,98 pontos (-1,46%).
As demais petroleiras do continente também cederam: a italiana Enel recuou 1,23%, a espanhola Repsol perdeu 1,46%, a francesa Total caiu 1,68% e a portuguesa Galp mergulhou 2,23%.
Na Bolsa de Lisboa, as ações da Pharol mergulhou 10,07%, em reação ao cancelamento da Assembleia Geral Extraordinária da Oi. O índice PSI-20 recuou para 5.405,31 pontos (-2,02%).
A Bolsa de Paris fechou em 5.285,83 pontos (-1,48%), a de Frankfurt recuou para 12.687,49 pontos (-0,76%), a de Madri cedeu para 10.064,50 pontos (-1,44%) e a de Milão terminou em 22.821,63 pontos (-1,64%).
CORRIGIR
Seja o primeiro a comentar esta notícia