Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 30 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Eleições 2018

Notícia da edição impressa de 31/01/2018. Alterada em 30/01 às 22h40min

Meirelles decide até abril sobre disputa ao Planalto

'Não é um discurso eleitoral, é reformista', justificou Henrique Meirelles

'Não é um discurso eleitoral, é reformista', justificou Henrique Meirelles


/BETO BARATA /PR/JC
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), disse, nesta terça-feira, que não alterou seus planos sobre uma possível saída do governo no começo de abril para disputar a presidência da República. O presidente Michel Temer (PMDB) afirmou que somente em maio vai definir que candidato terá seu apoio.
Se Temer seguir à risca o prazo estipulado para decidir seu apoio, Meirelles terá de deixar o cargo sem a garantia de que será o candidato do governo. "Minha ideia é chegar de fato no fim de março, começo de abril. Aí, parar, analisar as todas as circunstâncias, analisar todo o cenário e tomar essa decisão", afirmou o ministro da Fazenda.
Ele disse que, caso a candidatura a presidente não dê certo, não pretende disputar nenhum outro cargo e continuará como ministro da Fazenda. Embora goiano e já tendo sido eleito deputado federal pelo estado em 2002, atualmente o título de eleitor de Meirelles é de São Paulo. "Não tenho essa ideia (disputar outro cargo). Minha ideia é definir de fato no fim de março ou começo de abril se sou candidato a presidente", contou o ministro.
Meirelles participou, nesta terça-feira, de evento em Rio Verde (GO) que anunciou a liberação de crédito de R$ 12,5 bilhões para produtores rurais. Ele aproveitou para defender as reformas do governo, mas negou que fosse um discurso eleitoral. "Minha fala hoje foi de defesa das reformas que estão sendo feitas e são fundamentais para o País. Não é um discurso eleitoral. É um discurso reformista", afirmou o ministro da Fazenda.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia