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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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manifestações

Alterada em 11/01 às 16h57min

Local de acampamento pró-Lula em Porto Alegre ainda está indefinido

Mediação busca alinhavar locais e regras para manifestações de apoio ao ex-presidente na capital

Mediação busca alinhavar locais e regras para manifestações de apoio ao ex-presidente na capital


Partido dos Trabalhadores/Divulgação/JC
Paulo Egídio
A reunião entre representantes da Frente Brasil Popular e o Ministério Público Federal (MPF) realizada na última terça-feira (9) terminou sem acordo, mas com avanços nas negociações. A mediação busca alinhavar os locais e as regras para as manifestações dos grupos que apoiam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a semana do julgamento do petista no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre.
O MPF foi o responsável por ingressar na Justiça com a ação que proibiu o acampamento do MST no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, que fica ao lado do TRF-4. Agora, os grupos pró-Lula negociam com agentes do órgão federal os locais que sediarão o “acampamento da resistência” - ponto de concentração dos militantes na capital gaúcha - e o ato programado para o dia 24, data do julgamento de Lula.
Uma nova audiência foi marcada para a próxima segunda-feira (15), quando as partes podem chegar a um acordo. Segundo o presidente da Central Única dos Trabalhadores no Rio Grande do Sul (CUT/RS), Claudir Nespolo, o diálogo com o MPF tem sido positivo. “Nos pareceu que os agentes da área de Cidadania estão bem intencionados e devem cumprir a lei e respeitar o direito à livre manifestação”, afirma o dirigente sindical.
Formada por movimentos sociais, centrais sindicais e partidos políticos de esquerda, a Frente Brasil Popular espera reunir 50 mil pessoas nos atos de solidariedade a Lula em Porto Alegre.
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