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Porto Alegre, segunda-feira, 22 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

Notícia da edição impressa de 22/01/2018. Alterada em 21/01 às 20h39min

Surge uma luz!

Conceição Maria Rocha
Senhores leitores, eis que surge luz no fim do túnel: vozes, ainda isoladas, denunciam o desmonte, crescente, do ensino público, acelerado, talvez, para atender a interesses menos nobres, de origem espúria, partidária. Com efeito, artigo do advogado Silas B. Neves, (Jornal do Comércio, edição de 04/01/2018) afirma: "O governo não consegue estabelecer um sistema de ensino público eficiente". E mais, o engenheiro, Eduardo Fossati, na coluna Palavra do Leitor, no mesmo JC, edição de 08/01/2018, ratifica a "importância da compra de vagas nas escolas privadas pelo governo", por motivos óbvios.
Para melhor entender o "desmonte do ensino público", é preciso retroceder no tempo, quando houve o "início da implantação", paulatina, de "ideologias espúrias", na sala de aula. Diga-se de passagem, o que também coincidiu com o estertor dos Cieps (Centros Integrados de Educação Pública), criados a partir de 1991, nas vilas populares e populosas, com a filosofia de abrigar alunos o dia inteiro! Posteriormente, com o advento de ideologias políticas, criam algumas escolas de excelência, como se fossem laranjas de amostra, segundo publicado na imprensa de Porto Alegre, no dia 06/05/2002, sob o título "O que foi feito do turno integral".
Por outro lado, importa ressaltar que, na atual realidade escolar, reconhecidamente, caótica, surgem projetos, de iniciativa parlamentar, sobre: Escola sem partido! São iniciativas, pioneiras, saudáveis, que merecem o apoio dos pais e familiares de alunos, das escolas públicas, tendo em vista o "acentuado e crescente" desvio de finalidade, da atuação de alguns profissionais na sala de aula. Eis que ali estão, somente, para fazer "politicagem barata", a serviço de interesses partidários, com os quais se identificam, servem, defendem e divulgam suas ideologias.
Ratifica-se, aqui, portanto, a iniciativa do deputado estadual Marcel van Hattem (PP), do vereador Valter Nagelstein (PMDB), no justo empenho de banir, da sala de aula, a politicagem barata, para que prevaleça o exposto na Carta Magna: Constituição Federal, artigo 206, inciso VII, "garantia de padrão de qualidade". Pensem nisto!
Advogada
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Comentários
Daniel Pereira D Alascio 22/01/2018 11h56min
Prezada Conceição Maria Rocha nnO estado já teve a melhor escola pública do Rio Grande do Sul, O Julinho.nA escola Técnica Parobé até pouco tempo era a melhor escola técnica do Rio Grande do Sul.nEntão a ineficiência do ensino é problema de gestão, e é algo que tem que ser resolvido com o voto. Com o secretario Ronald Krummenauer que é oriundo da agenda 2020 que é uma agenda neoliberal a educação vai de mau a pior.nO Governador Engenheiro Leonel de Moura Brizola, odiado pela elite foi o governador que mais investiu na educação, inclusive o de turno integral, tirando os jovens que cheiravam cola (hoje seria o craque).Tal ódio deve-se ao temor do desenvolvimento social e intelectual o que tornaria mais difícil a manipulação, mesmo com o general da comunicação rede globo que nasceu no ventre podre da ditadura militar.n Essa escola sem partido não passa de uma falácia de alguns políticos aliados com a burguesia nacional, que acham que vão calar a boca dos professores proibindo eles de tocar no assunto dos sérios problemas brasileiros que impedem verdadeiramente o desenvolvimento do pais. A própria elite não quer que o pais se desenvolva para explorar cada vez mais a mão de obra.nEstamos no século XXI existe internet e redes sociais. Proibir o professor de falar certas coisas é um tiro no pé.n Nenhum pais no mundo desenvolveu-se sem ensino público de qualidade. A educação não é mercadoria! Não é motivo de lucro! Deve ser pública e gratuita sim!nnDaniel Pereira DAlascionEngenheiro Eletricistan