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Porto Alegre, quinta-feira, 18 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

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Educação

Notícia da edição impressa de 19/01/2018. Alterada em 18/01 às 23h48min

Direitos humanos foram desrespeitados em 205 redações do Enem 2017, divulga Inep

Os direitos humanos foram desrespeitados em 205 redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). O tema foi alvo de polêmica no ano passado. Na véspera da aplicação da prova, a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, determinou que redações que tivessem trechos de desrespeito a direitos humanos não poderiam ser zeradas, permitindo apenas o desconto de pontos. 
Enquanto o número de provas com pontuação máxima na redação caiu de 77 para 53 entre 2016 e 2017, a quantidade de notas zero subiu de 291.806 para 309.157. Em termos percentuais, os exames zerados passaram de 4,84% para 6,54%. O principal fator que motivou nota zero nas redações foi fuga ao tema, equivalente a 5,01% do total, enquanto esse percentual foi de 0,78% em 2016. Por outro lado, a média dos participantes aumentou entre as edições de 2016 e 2017, passando de 541,9 para 558,0 - a pontuação máxima é de 1.000.
A proficiência média dos estudantes de Ciências Humanas passou de 533,5, em 2016, para 519,3 no ano passado. No caso da Matemática, houve um aumento de 489,5 para 518,5, e a nota média da prova de Ciências da Natureza cresceu de 477,1 para 510,6.
Aproveitando a divulgação das notas, o ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou que a abertura das inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi antecipada para 23 de janeiro. Estudantes que fizeram o Enem e queiram tentar uma vaga em instituições públicas de Ensino Superior têm até 26 de janeiro para se inscrever. O cronograma do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Programa de Financiamento Estudantil (Fies) permanece inalterado.
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