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Porto Alegre, quinta-feira, 25 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

Alterada em 25/01 às 15h34min

Confiança do industrial gaúcho segue em alta e tem maior nível desde 2010

Indicador aumentou 0,9 ponto em relação a dezembro, alcançando 61 pontos

Indicador aumentou 0,9 ponto em relação a dezembro, alcançando 61 pontos


Marcos Nagelstein/JC
O ano começou com expectativa positiva na indústria gaúcha, com o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado nesta quinta-feira (25) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), seguindo em alta em janeiro. O indicador aumentou 0,9 ponto em relação a dezembro, alcançando 61 pontos, a sétima expansão consecutiva e o maior nível desde junho de 2010.
Para o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry, o resultado ratifica as projeções do setor de continuidade de recuperação nos próximos meses. "A melhora gradual da economia, especialmente com a retomada da demanda interna, com a inflação e os juros em queda e o cenário externo favorável, sustenta esse otimismo”, avalia Petry.
Com 55,6 pontos, o Índice de Condições Atuais (ICA) revelou que os empresários perceberam melhora no cenário nos últimos seis meses. Contudo, após cinco altas seguidas, o índice caiu ligeiramente na comparação com dezembro (55,8 pontos). O Índice de Condições Atuais da Economia Brasileira, um dos componentes do ICA, caiu 0,5 ponto, atingindo 55,2, enquanto o Índice de Condições das Empresas subiu 0,3, para 56,1 pontos.
Além disso, o Índice de Expectativas (IE) para os próximos seis meses manteve a tendência de alta e subiu 1,4 ponto no primeiro mês do ano, atingindo 63,6, o mais alto resultado desde junho de 2010 (64,7). Nos últimos sete meses, o índice avançou 8,8 pontos, mostrando que o otimismo é crescente. A parcela de empresas projetando melhora da economia brasileira alcançou 46% em janeiro, superando em muito o pessimismo (8,3%).
O ICEI-RS no primeiro mês do ano revela também que o componente relativo à economia brasileira cresceu de 58,7 para 59,5 pontos e o relativo às empresas, de 64 para 65,9 pontos. O Índice de Confiança varia de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 indicam que os empresários estão confiantes. Na pesquisa de janeiro, 239 empresas foram consultadas, sendo 58 pequenas, 85 médias e 96 grandes.
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