Porto Alegre, segunda-feira, 16 de março de 2020.

Jornal do Comércio

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Agronegócios

25/01/2018 - 00h25min. Alterada em 24/01 às 22h41min

Negociação do preço do tabaco registra avanço

As negociações do preço do tabaco para a safra 2017/18 voltaram à pauta ontem, na sede da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), em Santa Cruz do Sul. Na ocasião, a comissão interestadual dos produtores - formada por membros da Afubra e das federações - dos três estados do Sul - de sindicatos rurais (Farsul, Faesc e Faep) e dos trabalhadores rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) - se reuniu novamente com representantes da indústria.
As negociações do preço do tabaco para a safra 2017/18 voltaram à pauta ontem, na sede da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), em Santa Cruz do Sul. Na ocasião, a comissão interestadual dos produtores - formada por membros da Afubra e das federações - dos três estados do Sul - de sindicatos rurais (Farsul, Faesc e Faep) e dos trabalhadores rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) - se reuniu novamente com representantes da indústria.
Em encontros, realizados individualmente, durante toda manhã, cinco empresas voltaram a debater suas propostas. Entre elas, a representação dos produtores assinou protocolo com a Souza Cruz que garante aumento de 2,2% aos fumicultores, além de outros benefícios, como compra de toda produção contratada e pagamento até o quarto dia útil, subsequente à comercialização.
Segundo a Afubra, outro avanço acertado com a Souza Cruz diz respeito a uma questão básica para as negociações: o custo de produção. A partir da próxima safra, ele será apurado de forma conjunta entre representantes e indústria.
Contrário às expectativas, não houve assinatura de protocolo com as demais empresas. Para a comissão, a variação sugerida, inicialmente, é fruto de acompanhamento da realidade dos agricultores, estabelecidos nos três estados do Sul do Brasil.
Frente ao resultado das reuniões, os representantes pontuaram a necessidade de se realizar um levantamento do custo de produção em conjunto com cada empresa nos próximos anos. As entidades representativas também realizarão acompanhamento da comercialização da safra e, sempre que necessário, intervenções em favor dos produtores.