Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 21 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Trabalho

Notícia da edição impressa de 22/01/2018. Alterada em 21/01 às 21h56min

Governo emitiu 5 milhões de carteiras de trabalho em 2017

Mais de 4,8 milhões de carteiras de trabalho foram emitidas em todo o País em 2017. Esse número representa um crescimento de cerca de 400 mil documentos em relação a 2016. No ano passado, foram emitidas 4.839.097 carteiras, enquanto 2016 registrou 4.446.176.
O serviço de emissão de carteiras está disponível no Ministério do Trabalho e em unidades descentralizadas espalhadas por todo o País, por meio de parcerias com estados e municípios. A rede conta com mais de 2,1 mil postos de atendimento.
São Paulo foi o estado que mais emitiu carteiras em 2017 (1.194.077), seguido de Minas Gerais (500.937) e Rio de Janeiro (401.859). Janeiro de 2017 foi o mês que mais registrou emissões (496.627), enquanto novembro apresentou o menor número (276.321). No Rio Grande do Sul, foram emitidas 257.122 carteiras durante o ano passado.
Além da emissão física do documento, o trabalhador conta com a Carteira de Trabalho Digital. Em dois meses de funcionamento da nova ferramenta, o aplicativo teve 143.886 downloads, uma média de 2,5 mil downloads por dia. E esse número deve aumentar, segundo o coordenador de Identificação e Registro Profissional do Ministério do Trabalho, Sérgio Barreto. "A tendência é de que o número cresça gradativamente à medida que as pessoas forem tomando conhecimento da facilidade de ter a carteira de trabalho no celular", estima Barreto.
Ele lembra também que a versão digital permite aos trabalhadores terem em mãos, em qualquer tempo, as informações de qualificação civil e dos vínculos trabalhistas, e solicitarem a primeira e a segunda vias da carteira de trabalho física.
Por meio dessa plataforma digital, o trabalhador passa a ser um agente fiscalizador de todo o processo. Ele pode saber, por exemplo, se a empresa forneceu o vínculo trabalhista e se as informações dadas estão corretas nos sistemas do governo.
Segundo o ministro do Trabalho em exercício, Helton Yomura, a estimativa é de que 70 milhões de pessoas baixem o aplicativo. "Essa é uma ferramenta importante, que permite ao trabalhador carregar a carteira de trabalho aonde for e consultá-la instantaneamente", ressalta Yomura.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia