Porto Alegre, segunda-feira, 16 de março de 2020.

Jornal do Comércio

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mercado financeiro

16/01/2018 - 16h57min. Alterada em 16/01 às 16h57min

Taxas futuras de juros fecham com viés de alta, alinhados ao avanço do dólar

Os juros futuros terminaram a sessão regular com viés de alta nos principais contratos, alinhados ao movimento do câmbio. As taxas estiveram em alta desde a parte da manhã desta terça-feira (16), mas reduziram o ritmo na hora final dos negócios, quando algumas delas chegaram a ficar perto da estabilidade. No fechamento da sessão regular, a moeda americana também se afastava das máximas ante o real, já negociada abaixo dos R$ 3,23, mas perto das 16h30 voltava a acelerar e a romper este patamar.
Os juros futuros terminaram a sessão regular com viés de alta nos principais contratos, alinhados ao movimento do câmbio. As taxas estiveram em alta desde a parte da manhã desta terça-feira (16), mas reduziram o ritmo na hora final dos negócios, quando algumas delas chegaram a ficar perto da estabilidade. No fechamento da sessão regular, a moeda americana também se afastava das máximas ante o real, já negociada abaixo dos R$ 3,23, mas perto das 16h30 voltava a acelerar e a romper este patamar.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 encerrou em 6,900%, de 6,895% no ajuste anterior, e a taxa do DI para janeiro de 2020 fechou em 8,05%, de 8,02% no ajuste anterior. A taxa do DI para janeiro de 2021 subiu de 8,86% para 8,89% e a do DI para janeiro de 2023, de 9,64% para 9,67%.
Segundo profissionais da área de renda fixa, houve aumento no volume de contratos negociados no período da tarde, com destaque para um fluxo vendedor, possivelmente de investidores estrangeiros, que teria ajudado a reduzir a pressão altista sobre as taxas.
Ao longo do dia, os juros estiveram em alta, mas moderada pela percepção de que o momento é bom para ativos emergentes - o rali das bolsas é visto como um exemplo do apetite pelo risco. Além disso, a expectativa em relação ao julgamento do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva acaba limitando também o avanço das taxas.
Nem o noticiário nem a agenda tiveram forças para influenciar os negócios. "Hoje não teve notícia. O movimento mais importante é o das commodities, puxando moedas emergentes e o real está neste bolo. O DI está acompanhando este movimento do real, mas de forma mais moderada", observou o economista Bernard Gonin, da Rio Gestão de Ativos.
Nos demais ativos, às 16h29, o dólar à vista subia 0,49%, aos R$ 3,2297 e o Ibovespa, aos 80.126,46 pontos, tinha ganho de 0,47%.