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Porto Alegre, quinta-feira, 04 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Notícia da edição impressa de 05/01/2018. Alterada em 04/01 às 21h22min

Confiança dos empresários do comércio gaúcho apresenta alta de 8,9%

Pelo quarto mês consecutivo, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) do Rio Grande do Sul registra resultado acima dos 100 pontos, indicando um cenário de otimismo. O indicador referente ao mês de dezembro/2017 fechou aos 104,9 pontos e alta de 8,9% em relação a dezembro/2016, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira pela Fecomércio-RS.
Na avaliação do presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, a confiança do empresário terminou o ano em linha com o processo de recuperação da atividade econômica. "Para 2018, os possíveis cenários eleitorais e suas incertezas pautarão o ânimo dos empresários", condiciona o dirigente.
O indicador que mede as condições atuais do empresário do comércio (Icaec) apresentou elevação de 32,5% sobre dezembro/2016, chegando aos 80,0 pontos. Embora ainda em nível pessimista, a percepção dos empresários do comércio gaúcho permaneceu em recuperação ao longo de todo o segundo semestre de 2017, processo verificado tanto na economia em geral como em relação à própria empresa. O resultado de dezembro na comparação interanual reflete também o momento de inflação baixa e juros reduzidos, além do cenário mais favorável de vendas de final de ano.
As expectativas dos empresários do comércio (IEEC) permanecem em nível otimista, atingindo 141,0 pontos em dezembro, um leve recuo de -0,8% no confronto com o mesmo mês de 2016. No final do ano, a percepção dos empresários sobre o processo de recuperação da economia permaneceu consistente, puxada especialmente pelo recuo da taxa básica de juros no nível mais baixo da história, além do primeiro resultado positivo do PIB em dois anos.
Os dados referentes aos investimentos do empresário do comércio (IIEC) tiveram alta de 8,3% na comparação com dezembro/2016, alcançando a 93,6 pontos. O indicador mantém sua trajetória em direção à neutralidade, e revelou um patamar otimista na intenção de contratação de funcionários, que deve seguir aumentando na medida em que a capacidade ociosa das empresas for diminuindo.
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