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Porto Alegre, terça-feira, 02 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Negócios Corporativos

Alterada em 02/01 às 16h59min

Chinesa Didi Chuxing negocia compra de app de corridas 99

Startup levantou US$ 200 milhões em investimentos apenas no ano passado

Startup levantou US$ 200 milhões em investimentos apenas no ano passado


99TAXIS/DIVULGAÇÃO/JC
Folhapress
A brasileira 99, dona de aplicativo para chamar carros particulares e táxis, negocia venda de seu controle para a chinesa Didi Chuxing, companhia que atua no mesmo mercado. Segundo o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, a compra teria sido concretizada por cerca de R$ 1 bilhão.
Procurada, a 99 disse que não poderia comentar as negociações e que se manifestaria sobre o caso em momento oportuno. A Didi não respondeu a pedidos de entrevista até a publicação do texto. Segundo executivos do mercado de start-ups, o valor da negociação pode superar os US$ 500 milhões (cerca de R$ 1,63 bilhão) e pode colocar a 99 como primeiro "unicórnio" brasileiro. O nome é dado para start-ups com valor de mercado superior a US$ 1 bilhão.
Entre os argumentos para acreditar em uma transação de valor elevado estão o fato de a 99 ter levantado US$ 200 milhões em investimentos apenas no ano passado, metade do valor em rodada liderada pela própria Didi em janeiro. Para que o os investidores tivessem retorno satisfatório com a transação, seria preciso que se pagasse ao menos US$ 500 milhões, avaliou investidor, sob anonimato.
O acordo também seria um caso emblemático de venda de start-up, em que negociações que superam os nove dígitos são raras. O caso mais emblemático já tem oito anos: a venda do Buscapé para o grupo sul-africano Naspers em 2009, por US$ 342 milhões.
A Didi ganhou notoriedade mundial ao comprar a operação chinesa da Uber em agosto de 2016. A compra da 99 faz parte de movimento da Didi para ampliar a atuação na América Latina. A empresa deve lançar uma operação no México neste ano. Além da Didi, entre os investidores da 99 estão o fundo brasileiro Monashees e grupos internacionais, como RiverWood Capital, Tiger Global e Qualcomm Ventures.
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