Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 21 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Conjuntura

Notícia da edição impressa de 22/12/2017. Alterada em 21/12 às 21h28min

Proteção a investidor contra quebra terá limite de R$ 1 milhão

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou  mudança para o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) que estabelece o limite de R$ 1 milhão para cada credor, a cada quatro anos. O limite de garantia ordinária de R$ 250 mil por instituição foi mantido, de acordo com o governo.
Antes, o investidor contava com garantia de R$ 250 mil por CPF e por instituição. Ou seja, uma pessoa com R$ 5 milhões em títulos bancários teria a garantia do FGC se distribuísse o valor por 20 instituições.
O FGC foi criado em 1995 para garantir os depósitos dos correntistas em caso de quebra de uma instituição financeira. O fundo garante produtos emitidos por instituições financeiras, como Certificados de Depósitos Bancários (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio (LCIs e LCAs), além da poupança.
A decisão de mudar a proteção em caso de quebra de instituições financeiras deve impactar pouco a maioria dos investidores, mas pode afetar bancos menores, que se beneficiaram desse mecanismo nos últimos anos.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia