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Porto Alegre, quinta-feira, 14 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 14/12 às 22h06min

Dólar recua ante iene em meio a dúvidas com reforma tributária nos EUA

A tumultuada agenda legislativa nos Estados Unidos pesou sobre o dólar nesta quinta-feira (14), que recuou em relação a outras moedas fortes, como o iene. O euro, por sua vez, teve forte baixa após a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar caía para 112,28 ienes e o euro recuava para US$ 1,1793.
Como amplamente esperado pelo mercado, o BCE manteve suas taxas de juros inalteradas nesta quinta-feira. Logo após a decisão, o presidente da instituição, Mario Draghi, concedeu coletiva de imprensa, onde afirmou que os dados econômicos da zona do euro "confirmam a necessidade de um amplo grau de acomodação monetária". Com esse comentário, o euro abandonou as perspectivas positivas quanto à retirada da acomodação do BCE e operou em forte queda ante o dólar.
A moeda americana, por sua vez, reagiu em alta a dados acima do esperado da economia americana. De acordo com o Departamento do Comércio dos EUA, as vendas no varejo avançaram 0,8% em novembro na comparação com o mês anterior, enquanto economistas consultados pelo Wall Street Journal esperavam aumento de 0,3%. Na comparação com novembro de 2016, a alta foi de 5,8%. Além disso, o número de pedidos de auxílio-desemprego recuou 11 mil, para 225 mil, na semana encerrada em 9 de dezembro, disse o Departamento do Trabalho americano. Analistas esperavam queda menor, para 235 mil.
No entanto, a pesada agenda legislativa nos EUA pesou sobre a divisa americana durante a tarde. Deputados e senadores do Partido Republicano chegaram a um acordo de plano tributário, mas há dúvidas quanto aos votos de alguns senadores. John McCain (Arizona) enfrenta problemas de saúde e é dúvida na votação da proposta na próxima semana, enquanto Marco Rubio (Flórida) pediu que o crédito para famílias de baixa renda seja elevado no projeto final. Os investidores avaliam, ainda, a questão do teto da dívida nos EUA.
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