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Porto Alegre, quarta-feira, 13 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Moedas Virtuais

Alterada em 13/12 às 13h41min

Presidente do BC qualifica crescimento de moedas virtuais como 'bolha' ou 'pirâmide'

'Não é algo que nós reguladores deveríamos incentivar', declarou Ilan Goldfajn

'Não é algo que nós reguladores deveríamos incentivar', declarou Ilan Goldfajn


ANTÔNIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL/JC
O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, qualificou nesta quarta-feira (13) o crescimento de moedas virtuais, como o Bitcoin, de "bolha" ou "pirâmide" e alertou para os riscos de se investir neste tipo de ativo não regulado pelos bancos centrais.
"Como estão hoje, com essa subida vertiginosa sem lastro e sem regulação, essas moedas levam a um risco tal que o BC emitiu um alerta. Isso tem que ser levado em consideração por aqueles que compram e transacionam essas moedas", respondeu Ilan, em entrevista coletiva para fazer um balanço da instituição em 2017 e das ações da Agenda BC+.
Para o presidente do BC, uma das funcionalidades dessas moedas virtuais é a compra para revenda por um preço maior adiante. "Ou seja, comprar e passar para frente, o que é uma típica bolha ou pirâmide. Não é algo que nós reguladores deveríamos incentivar", enfatizou. Em segundo lugar, Goldfajn disse que essas moedas também podem ser usadas para atividades ilícitas. "Usar esse tipo de moeda não isenta do crime, da pena e da punição", completou.
Ele também comentou o fato de alguma pessoas nos Estados Unidos já estarem hipotecando suas casas para adquirir moedas virtuais. "Não hipoteque sua casa para comprar essas moedas. A nossa ideia é ter muito instrumento e muito ativo para transacionar", concluiu.
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