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Porto Alegre, segunda-feira, 04 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Tecnologia

Notícia da edição impressa de 05/12/2017. Alterada em 04/12 às 22h36min

Stefanini planeja crescer com novas aquisições

Marco Stefanini diz que TI tem como maiores desafios superar a crise e concretizar a transformação digital

Marco Stefanini diz que TI tem como maiores desafios superar a crise e concretizar a transformação digital


/STEFANINI/DIVULGAÇÃO/JC
Patricia Knebel
Com presença em 40 países, 24 mil funcionários, sendo 12 mil no Brasil, e faturamento em 2017 de R$ 2,8 bilhões, a Stefanini tem uma meta agressiva de crescimento para os próximos cinco anos. E isso envolve novas aquisições no Brasil e no exterior.
"Continuamos monitorando oportunidades que possam complementar o nosso portfólio e, consequentemente, o nosso ecossistema de inovação", ressalta o fundador e CEO global da Stefanini, Marco Stefanini.
Segundo ele, o mercado de TI enfrenta dois grandes desafios no Brasil: superar a crise e concretizar o projeto de transformação digital. "As empresas tradicionais estão sendo afetadas diretamente pela 4ª Revolução Industrial. Companhias como a nossa precisam consolidar um novo modelo baseado no ecossistema de inovação para continuar se destacando globalmente", analisa. Segundo o executivo, os próximos dois anos serão decisivos para a transformação digital das corporações. "A Stefanini está investindo fortemente em ofertas que poderão auxiliar os nossos clientes nesta transição", acrescenta.
A empresa, que se tornou uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, encerra o ano com um crescimento global de 7,5% em relação ao ano passando, atingindo um faturamento de R$ 2,8 bilhões. A região que mais cresceu foi a América Latina, com índice de 30%, seguida da Europa, Brasil e Estados Unidos.
Pelo 3º ano consecutivo, a Stefanini aparece como a 5ª empresa brasileira mais internacionalizada no Ranking FDC das Multinacionais Brasileiras, divulgado pela Fundação Dom Cabral. Em 2017, a empresa se mantém na liderança em número de países onde possui subsidiárias e em terceiro lugar em índice de ativos. No quesito receita, a multinacional ocupa a décima posição no ranking geral.
Atualmente, a multinacional brasileira trabalha com o modelo dual, que contempla, por um lado, soluções mais tradicionais como BPO, Service Desk e Field Service e, por outros, ferramentas modernas de automação, mobilidade, campanhas personalizadas de marketing, Indústria 4.0 e Inteligência Artificial.
Uma solução do universo digital que tem tido uma boa repercussão no Brasil e no exterior é a plataforma de inteligência cognitiva, batizada de Sophie. A ferramenta, que está em sua versão 2.2, é formada por um conjunto de softwares, sistemas e processos que permitem melhorar o desempenho das empresas ou sistemas que interagem com o consumidor ou usuário, por meio de texto e voz.
O mais recente projeto envolvendo a Sophie acabou de ser implementado pela Caixa Econômica Federal, cuja assistente virtual foi batizada de Aixa. Mais de 150 mil funcionários e prestadores de serviços serão beneficiados e poderão, via portal de autoatendimento da Caixa ou Skype for Business, realizar aberturas de chamados, consultas e centenas de outras transações. Com a solução da Stefanini, as interações passam a seguir fluxos de conversas simples e naturais, permitindo a busca de informações de maneira dinâmica nos sistemas da Caixa, além de facilitar a abertura de tickets de atendimento (ITSM).
A multinacional também está investindo no modelo Ágil para auxiliar seus clientes a disseminar a cultura de desenvolvimento e gestão em seus projetos. Batizado de Revolução Ágil Stefanini, o modelo é normalmente aplicado quando não há tempo para definir - em detalhes - boa parte dos requisitos do projeto, antes do desenvolvimento e entrega parcial. A ideia é começar o trabalho antes de finalizar o plano, realizando eventuais mudanças ou adaptações ao longo do caminho, com entregas e feedbacks regulares.
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