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Porto Alegre, segunda-feira, 04 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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consumo

Notícia da edição impressa de 05/12/2017. Alterada em 04/12 às 22h55min

Fecomércio-RS lança e-commerce 'pirata' contra a venda de produtos falsificados

Ideia é conscientizar o consumidor sobre os prejuízos da pirataria

Ideia é conscientizar o consumidor sobre os prejuízos da pirataria


/SITE FECOMÉRCIO/REPRODUÇÃO/JC
A Fecomércio-RS desenvolveu um canal exclusivo para ilustrar - na prática - como funciona a oferta de produtos falsificados. A iniciativa faz parte das atividades em alusão ao Dia Nacional de Combate à Pirataria, que ocorreu no domingo. Para reforçar posicionamento contrário ao mercado informal que somente no Rio Grande do Sul movimentou cerca de R$ 52 milhões em 2016, foi lançado um site de venda de produtos piratas.
O e-commerce www.opiratahonesto.com.br oferece itens de diversas categorias - joias, relógios, celulares, DVDs, óculos, perfumes, tênis e vestuário a preços muito abaixo do mercado, com faixas de valores que vão de R$ 2,00 a artigos com preços acima de R$ 15,00. Mas, ao contrário do que normalmente acontece, quem acessa o site não consegue "finalizar" o carrinho de compras. Ao clicar em "comprar", o usuário ingressa em outro ambiente, e passa a ser informado que se trata de uma plataforma pirata, com produtos falsificados. A mensagem "se você for teimoso, tente mais tarde", finaliza a campanha virtual de conscientização, que chama a atenção para os perigos de adquirir produtos sem procedência.
A ação ganhou ontem as ruas de Porto Alegre com a distribuição de panfletos alertando sobre os prejuízos da pirataria e do contrabando para a economia e a saúde de quem compra. Na economia brasileira como um todo, a pirataria equivale a 16% do PIB nacional, o mesmo que R$ 900 bilhões em riquezas retiradas todos os anos dos brasileiros. "Além de gerar um rombo para os cofres públicos, essa prática incentiva a corrupção e o tráfico, além de colocar em risco a saúde de quem consome produtos desta natureza", afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.
 
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