Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 01 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

CORRIGIR

Previdência

Alterada em 01/12 às 12h33min

Reforma da Previdência quer acabar com todos privilégios, diz Moreira Franco

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Wellington Moreira Franco, disse que o Brasil inventou o Robin Hood às avessas com as regras atuais da Previdência. Em tom dramático, o ministro disse que a Previdência sem reforma vai quebrar o País.
Em mensagem e vídeo postados na rede Twitter, Moreira defendeu a reforma e afirmou que a Previdência no Brasil tira dos mais pobres, para dar aos mais ricos. "Temos o maior sistema de transferência de riquezas do mundo, só que transfere dos necessitados para os mais privilegiados: a Previdência Social", disse.
O ministro no vídeo postado pede que as pessoas cobrem dos deputados o apoio à votação da reforma. "Eu acredito que você que conhece um deputado federal haverá de dizer para ele que quer numa sociedade em que todos tenham o mesmo direito", disse no vídeo.
Segundo Moreira, "poucos privilegiados" que se aposentam antes e trabalham menos e pagam muito mais.
"Mesmo assim, muita gente tem se empenhado para manter os privilégios dos que ganham mais, mesmo sabendo que isso irá inviabilizar o pagamento aos mais pobres e ainda quebrará o país, trazendo de volta a recessão e a inflação."
Para ele, a Previdência é um dos programas que mais favorecem a concentração de renda no Brasil. Ele voltou afirmar que por conta do grande déficit, serviços de saúde, educação e segurança deixam de ser custeados. "Isso acaba prejudicando as populações mais carentes", disse.
As declarações do ministro acontecem num momento de definição de o governo vai colocar em votação da proposta de reforma até o final do ano, apesar da falta de votos dos aliados.
Em jantar no domingo com lideranças, o presidente vai avaliar o quadro para a votação.
CORRIGIR
Seja o primeiro a comentar esta notícia