Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 01 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

CORRIGIR

Mercado Financeiro

Alterada em 01/12 às 09h49min

Petróleo opera em alta, após Opep estender acordo para limitar produção

Os contratos de petróleo operam com ganhos na manhã desta sexta-feira (1), após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e outros grandes produtores, como a Rússia, concordarem em manter o acordo que limita a oferta até o fim de 2018.
Às 9h38min (de Brasília), o petróleo WTI para janeiro avançava 0,71%, a US$ 57,81 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para fevereiro tinha alta de 0,81%, a US$ 63,14 o barril, na ICE.
Na avaliação de Thomas Pugh, analista de commodities da Capital Economics, a decisão de ontem liderada pela Opep em Viena veio conforme o esperado. Segundo ele, qualquer coisa além de uma manutenção do acordo por todo o próximo ano geraria o risco de uma maior oferta vinda dos EUA, enquanto um acordo por menos tempo provocaria forte queda nos preços.
O acordo reduz a oferta global em cerca de 2%. Ele acabaria em março, mas foi estendido por todo o próximo ano. Além disso, Nigéria e Líbia foram incluídas na iniciativa. A Nigéria limitou sua produção a 1,8 milhão de barris por dia e a Líbia a restringiu para 1 milhão de barris por dia. O acordo deve ainda ser revisado no fim de junho de 2018. O patamar de limitação para Nigéria e Líbia foi "uma maneira fácil e evitar algumas conversas embaraçosas, como qual o nível apropriado para os dois países, diante da volatilidade da produção da Líbia no último ano", comentou Pugh.
Mais adiante, operadores aguardam por sinais de realização de lucros durante o mês de dezembro. Estão também no radar o crescimento global, as tensões geopolíticas no Oriente Médio e na Venezuela, apontam analistas. 
CORRIGIR
Seja o primeiro a comentar esta notícia