Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 29 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Colunas

COMENTAR | CORRIGIR
Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 29/12/2017. Alterada em 29/12 às 13h09min

Lula será candidato

Paulo Pimenta

Paulo Pimenta


ANTONIO AUGUSTO/CÂMARA DEPUTADOS/JC
Em reunião realizada pelo PT na semana passada, em São Paulo, ficou decidido que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será inscrito como candidato. "Não tem plano B, nos reunimos com juristas e com especialistas em Direito Eleitoral, e chegou-se à conclusão de que não há nenhum dispositivo legal que impeça a candidatura", afirma o líder da sigla na Câmara dos Deputados, o deputado federal gaúcho Paulo Pimenta. Caso haja algum julgamento, ele deve ocorrer após a campanha. "Esse é um processo que envolve decisões democráticas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do Supremo Tribunal Federal (STF), recursos e prazos processuais", explica Pimenta.
Candidato de centro-direita
O petista afirma que muita coisa ainda pode mudar no cenário eleitoral e reforça que a centro-direita ainda não definiu seu candidato. "Lula e (Jair) Bolsonaro (PSC), cada qual em seu canto, mas a centro-direita vai ter que achar um nome", comenta. "(João) Doria (PSDB) pode voltar, Luciano Huck pode voltar, (Geraldo) Alckmin (PSDB) tenta se colocar como opção, (o ex-ministro do STF) Joaquim Barbosa também tem sido falado, o único histórico seria Aécio Neves (PSDB), que se inviabilizou devido às denúncias", lembra Pimenta.
Decisão difícil
Pimenta coloca que, nos últimos meses, tem havido uma série de testes de viabilidades em relação aos nomes da centro-direita. Doria, José Serra e Alckmin, todos pelo PSDB; Joaquim Barbosa ainda se mostra como uma grande incógnita. "O Luciano Huck também foi testado, mas nenhum deles mostrou viabilidade eleitoral, um nome capaz de ser uma alternativa eleitoral. Eles terão de resolver este problema até março."
Fiel da balança
O líder do PT na Câmara tem razão ao citar a escolha do candidato da centro-direita como um fator determinante para a corrida presidencial em 2018. Se pensarmos que este candidato poderá ir ao segundo turno com Lula ou Bolsonaro, e que, caso não vá, será um apoiador de peso anti-Lula, isso pode mudar todo o cenário apresentado recentemente nas pesquisas eleitorais. Percebe-se que a centro-direita pode até estar indecisa, mas será o fiel da balança nas próximas eleições presidenciais.
Plano de Prevenção à Violência
A ex-governadora e deputada federal gaúcha Yeda Crusius (PSDB) apresentou projeto de lei na Câmara dos Deputados para instituir o Plano Nacional de Prevenção à Violência. O plano terá duração de 10 anos, e diretrizes e temas serão elaborados por meio de conferência nacional a ser realizada no Congresso Nacional em até 180 dias após a aprovação da lei. "As taxas de homicídios no Brasil são compatíveis com as de países caracterizados por uma síndrome de violência endêmica (por causa de guerras, por exemplo), como o caso da Síria; e são 30 ou 40 vezes superiores às taxas de países como Inglaterra, França ou Japão", justifica a deputada federal tucana.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia