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Notícia da edição impressa de 04/12/2017. Alterada em 03/12 às 21h35min

Escolha certa do carvão ajuda o meio ambiente

A escolha certa de um bom carvão vegetal pode garantir não apenas um bom churrasco como também pode ajudar no fortalecimento da cadeia produtiva sustentável para o setor. E mais: nem sempre o produto ambientalmente correto é o mais caro.
Quem defende a ideia é o engenheiro florestal Ananias Francisco Dias Junior em sua pesquisa de doutorado direto pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP).
No estudo, o pesquisador analisou os aspectos mercadológicos e de qualidade para o consumo do carvão vegetal. Para isso, entre 2014 e 2015, ele analisou diversas amostras de 53 marcas vendidas em 50 estabelecimentos comerciais de 63 bairros de Piracicaba e entrevistou 1.023 consumidores da cidade.
"O consumidor precisa considerar a qualidade do carvão vegetal da mesma forma que considera a cerveja, a carne ou os legumes utilizados em um churrasco", aponta Dias Junior.
"Para isso, precisa estar atento para adquirir produtos que atendam à regulamentação. Respeitando-se isso, vamos continuar fazendo nosso churrasco. Essa valorização resultaria na melhoria de toda a sua cadeia produtiva que, há um bom tempo, vem exigindo atenção especial, por envolver centenas de milhares de agentes, desde a produção até a comercialização."
Segundo o engenheiro, o Brasil é o maior produtor mundial, com seis milhões de toneladas/ano e, ao mesmo tempo, o maior consumidor de carvão vegetal do mundo. No Estado de São Paulo, a produção é de 18 mil toneladas anuais e o consumo é de 20 mil toneladas. "Essa cadeia produtiva emprega milhares de pessoas, mas é pouco valorizada", destaca.
Para auxiliar os consumidores a escolherem um produto de qualidade, o pesquisador recomenda que a primeira coisa a observar são as informações que estão na embalagem do carvão, como lote, registro em órgãos ambientais.
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