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Porto Alegre, domingo, 19 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Opinião

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Alterada em 19/11 às 23h07min

Reconquistando mercados

Demétrio de Moura Lima
Ancorado por um PIB de quase US$ 12 trilhões, sendo superado apenas pelos Estados Unidos, com seus mais de US$ 17 trilhões, Xi Jinping, presidente da China e secretário-geral do PC chinês, inicia segundo mandato fortalecido e com visão abrangente, reinstituindo a Rota da Seda, que atingirá, com instrumentos modernos de mercado, 60 países de Ásia, Europa e África.
Por questões geográficas ou até políticas, a América do Sul está ausente desse gigantesco viés comercial, prevendo-se investimentos de US$ 5 trilhões até 2049. Em maio deste ano, Pequim realizou conferência com a presença de chefes de Estado e governos de 28 países, entre eles o argentino Maurício Macri e a chilena Michelle Bachelet, mas o Brasil esteve ausente dessa "iniciativa de cooperação internacional", cuja abrangência envolve 68 nações, num total de 4,4 bilhões de pessoas, que respondem por 40% do PIB mundial.
O poder que Xi Jinping acumula torna oportuna uma intensificação das relações com esse gigante asiático, já presente em múltiplos investimentos no Brasil e no próprio Rio Grande do Sul em áreas como energia e tecnologias de ponta. O Brasil é um forte parceiro dos chineses, mas parece não estar aproveitando isso para estreitar ainda mais seus fluxos de comércio com aquele país.
Ao fortalecer seu mercado interno, os chineses são importantes clientes dos produtos de exportação brasileiros, mas é preciso ousar e agir com políticas bem estruturadas para aproveitar devidamente esta grande oportunidade. É hora, pois, de nossos empresários e governo ampliarem sua agenda com essa poderosa nação asiática.
Empresário
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