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Porto Alegre, segunda-feira, 06 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Internacional

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Estados Unidos

Notícia da edição impressa de 07/11/2017. Alterada em 06/11 às 20h08min

Chacina tem a ver com saúde mental, não com controle de armas, diz Trump

'Esse era um indivíduo muito perturbado', observou o presidente

'Esse era um indivíduo muito perturbado', observou o presidente


/JIM WATSON/AFP/JC
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a chacina ocorrida em uma igreja no Texas no domingo não é uma "situação de armas", mas "um problema de saúde mental em seu nível mais alto".
Embora nenhuma autoridade local tenha questionado publicamente a saúde mental do suspeito - identificado como Devin Kelley, 26 anos -, Trump afirmou que "este é o problema aí". Ele não deu detalhes.
"Baseado em relatos preliminares, esse era um indivíduo muito perturbado. Muitos problemas por um período de tempo muito longo", afirmou o presidente ao ser questionado sobre a chacina quando ele e o premiê japonês, Shinzo Abe, davam uma entrevista coletiva em Tóquio, durante a primeira visita oficial de Trump à Ásia. "Temos muitos problemas de saúde mental em nosso país, como outros países têm. Mas essa não é uma situação de armas", afirmou.
O ataque aconteceu na manhã de domingo, quando o suspeito, vestido com roupas pretas e armado com um rifle de assalto, abriu fogo na Primeira Igreja Batista de Sutherland Springs, uma pequena comunidade no Sul do Texas, matando 26 pessoas e ferindo 20. Trata-se do maior massacre na história do Estado, segundo o governador Greg Abbott.
Devin Kelley serviu como membro da Força Aérea em uma base no Novo México de 2010 até ser reformado, após acusações de agressão contra sua mulher e seu filho. A idade das vítimas vai de cinco a 72 anos, segundo as autoridades.
 

Para o Pentágono, só invasão destruiria armas nucleares da Coreia do Norte

A única maneira pela qual os Estados Unidos poderiam, "com toda certeza", localizar e destruir todas as armas nucleares e lugares de produção da Coreia do Norte seria entrando no território do país asiático, com o regime podendo retaliar o movimento com uma série de armas biológicas, afirmou o Pentágono, em um relatório. "A única maneira de localizar e destruir - com total certeza - todos os componentes dos programas de armas nucleares da Coreia do Norte é por meio de uma invasão terrestre", escreveu o vice-almirante Michael J. Dumont, vice-diretor do Estado-Maior Conjunto dos EUA, em uma avaliação para os congressistas norte-americanos.
O relatório também aponta que os líderes militares dos EUA "avaliam que a Coreia do Norte pode considerar o uso de armas biológicas" e que o regime de Kim Jong-un "tem um programa de armas químicas de longa data".
De acordo com a avaliação do Pentágono, "não há boas opções militares para a Coreia do Norte. A invasão poderia resultar em uma perda catastrófica de vidas para as tropas norte-americanas e para civis dos EUA e da Coreia do Sul", afirma o relatório. Além disso, o documento aponta que milhões de sul-coreanos poderiam morrer, além de tropas e civis em Guam e no Japão correrem perigo.
O relatório do Pentágono é divulgado no mesmo momento em que o presidente dos EUA, Donald Trump, inicia um giro por cinco países asiáticos, onde pedirá por esforços contínuos de pressão contra Pyongyang devido à expansão do programa de mísseis e de armas nucleares.
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