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Porto Alegre, quinta-feira, 30 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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trabalho

Alterada em 30/11 às 09h52min

Taxa de desemprego fica em 12,2% no trimestre até outubro, revela Pnad Contínua

Mercado de trabalho no País perdeu 738 mil vagas com carteira assinada em um ano

Mercado de trabalho no País perdeu 738 mil vagas com carteira assinada em um ano


STÉPHANY FRANCO/ESPECIAL/JC
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,2% no trimestre encerrado em outubro, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados na manhã desta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em igual período de 2016, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 11,8%. No trimestre até setembro, o resultado ficou em 12,4%.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.127 no trimestre encerrado em outubro. O resultado representa alta de 2,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 189,8 bilhões no trimestre até outubro, alta de 4,2% ante igual período do ano anterior.

Brasil perde 738 mil vagas com carteira assinada no período de um ano

O mercado de trabalho no País perdeu 738 mil vagas com carteira assinada no período de um ano. O total de postos de trabalho formais no setor privado encolheu 2,2% no trimestre encerrado em outubro ante o mesmo período do ano anterior, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Já o emprego sem carteira no setor privado teve aumento de 5,9%, com 615 mil empregados a mais. O total de empregadores cresceu 4,3% ante o trimestre até outubro de 2016, com 179 mil pessoas a mais.
O trabalho por conta própria cresceu 5,6% no período, com 1,208 milhão de pessoas a mais nessa situação. A condição de trabalhador familiar auxiliar aumentou 6,9%, com 142 mil ocupados a mais. O setor público gerou 132 mil vagas, um aumento de 1,2% na ocupação.
Houve aumento de 123 mil indivíduos na condição do trabalhador doméstico, 2% de ocupados a mais nessa função.
A taxa de desemprego de 12,2% registrada no País no trimestre até outubro foi a menor desde o quarto trimestre de 2016, quando estava em 12,0%. O País ganhou 868 mil postos de trabalho em um trimestre, ao mesmo tempo em que 586 mil pessoas deixaram o contingente de desempregados.
No trimestre encerrado em outubro, o mercado de trabalho perdeu 37 mil vagas com carteira assinada em relação ao trimestre anterior, encerrado em julho. O contingente de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado cresceu em 254 mil pessoas. Outros 326 mil indivíduos aderiram ao trabalho por conta própria.
O setor público teve aumento de 88 mil postos de trabalho em apenas um trimestre. O emprego como trabalhador doméstico aumentou em 177 mil pessoas.
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