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Porto Alegre, terça-feira, 21 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 21/11 às 19h38min

Bolsas de Nova Iorque renovam recordes de fechamento

Os mercados acionários americanos fecharam em forte alta nesta terça-feira (21), apoiados pelos papéis de gigantes de tecnologia, que reagiram positivamente à possibilidade de um cenário de menos regulamentação nos Estados Unidos. Com o impulso das techs, os três principais índices acionários renovaram máximas históricas de fechamento.
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,69%, aos 23.590,83 pontos; o S&P 500 avançou 0,65%, aos 2.599,03 pontos; e o Nasdaq ganhou 1,06%, aos 6.862,48 pontos.
Nesta terça-feira, reguladores federais americanos detalharam planos para derrubar regras da internet aberta que foram estabelecidas durante o governo do ex-presidente Barack Obama. O projeto cria novas oportunidades para provedores de internet, permitindo que eles formem alianças com meios de comunicação para oferecer serviços na rede com velocidade e qualidade maiores. As mudanças também ajudam a liberar o caminho para pacotes de serviços e preços que atraiam mais consumidores.
Com a perspectiva de menos regulação nessa área, os investidores colocaram as gigantes de tecnologia no carrinho de compras e fizeram os índices acionários americanos registrarem máximas históricas intraday e de fechamento. A Apple encerrou o dia em alta de 1,86%, o Facebook subiu 1,75%, o Twitter ganhou 3,60% e o Google avançou 1,51%.
A recuperação das bolsas nesta terça-feira ajudou a compensar as perdas sofridas durante as últimas duas semanas, quando preocupações com a reforma tributária nos EUA pesaram sobre os índices e colocaram em xeque o rali dos mercados de ações americanos. "Você tem um mercado resiliente que pode ignorar muitas más notícias e continuar reagindo somente às boas notícias", comentou o diretor de estratégia de investimentos do BNY Mellon Wealth Management, Jeff Mortimer. "Muitas empresas continuam a obter bons rendimentos e as de tecnologia são, claramente, grandes vencedoras e continuam a fazer o mercado avançar."
Mortmer e outros gerentes de portfólio dizem que continuam a favorecer as ações americanas e que não têm planos imediatos para reduzir a exposição a esse segmento. "Nós não vemos nada que mude significativamente esse mercado", acrescentou o vice-presidente e diretor de ações da Eaton Vance, Lewis Piantedosi. "Seria preciso um grande aumento nos juros ou uma desaceleração na economia, mas não vemos nenhum desses acontecimentos nos próximos seis a 12 meses", apontou.
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