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Porto Alegre, terça-feira, 21 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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energia

Notícia da edição impressa de 22/11/2017. Alterada em 21/11 às 21h06min

Itaipu atinge marca histórica de produção antes do previsto

Usina alcançou ontem os 2,5 bilhões de megawatts-hora

Usina alcançou ontem os 2,5 bilhões de megawatts-hora


/ITAIPU/DIVULGAÇÃO/JC
A usina de Itaipu atingiu ontem a marca de 2,5 bilhões de megawatts-hora (MWh) de energia acumulada desde que a hidrelétrica entrou em operação, em maio de 1984. A marca histórica estava prevista para ocorrer hoje, mas, com o aumento do volume de chuvas nos últimos dias, a usina ampliou sua produção, antecipando o marco.
Já estava marcada para hoje uma cerimônia comemorativa sobre a marca histórica com a presença do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, e do presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, além de toda a diretoria da Itaipu, e foi mantida. Também são esperados os ministros de Energia da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que estão em Foz do Iguaçu para uma reunião de trabalho.
Conforme destacou Itaipu, com essa produção acumulada, seria possível iluminar o Brasil por 5 anos e 3 meses, o Paraguai por 176 anos e a Argentina por 19 anos. Com 20 unidades geradoras e 14.000 MW de potência instalada, a Itaipu Binacional registrou em 2016 o recorde mundial de 103 milhões de MWh gerados, abastecendo 17% do consumo do Brasil e 76% do Paraguai.
 

Belo Monte pode parcelar dívida relacionada a risco hidrológico

A usina de Belo Monte terá direito a parcelar dívidas relacionadas ao risco hidrológico. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu que a empresa poderá pagar os valores devidos em até seis meses, a partir de janeiro, com correção monetária (IGP-M mais 1% ao mês).
Responsável pela usina, a concessionária Norte Energia queria repassar os valores relacionados ao risco hidrológico para as tarifas, pagas pelo consumidor. Neste ano, de janeiro a agosto, a usina já desembolsou R$ 2,1 bilhões. Em setembro, a empresa entrou com uma ação na Justiça para não pagar mais a dívida até que a Aneel tomasse uma decisão sobre o assunto.
A dívida é uma consequência da seca. Com a falta de chuvas, o governo obriga as usinas a poupar água em seus reservatórios e, consequentemente, a produzir menos energia. Quando o conjunto de hidrelétricas produz menos do que sua garantia física (quantidade de energia que as usinas podem vender), elas são obrigadas a comprar o que deixaram de gerar no mercado à vista, a preços mais altos.
A Aneel negou o pedido da usina, mas propôs as mesmas condições apresentadas para outros agentes do setor elétrico para parcelar os débitos do risco hidrológico. As condições vão valer de setembro a dezembro, e a estimativa da companhia é que os valores atinjam entre R$ 700 milhões e R$ 800 milhões nesse período.
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