Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 17 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

CORRIGIR

Conjuntura Internacional

17/11/2017 - 09h16min. Alterada em 17/11 às 09h17min

Comitê de Finanças do Senado dos EUA aprova projeto de reforma tributária

O Comitê de Finanças do Senado dos Estados Unidos aprovou o projeto de reforma tributária do partido republicano nesta madrugada (hora local) em Washington. O projeto, que é diferente do aprovado na tarde de quinta-feira (16) pela Câmara de Representantes, teve 14 votos favoráveis e 12 contrários no Comitê que elaborou a proposta. Agora, o texto deve seguir adiante para votação geral no Senado após o Feriado de Ação de Graças nos EUA, dia 23 de novembro, segundo o site Politico. Se aprovado, os republicanos pretendem levar a reforma tributária para o presidente americano, Donald Trump, até o Natal.
O documento que deve ser levado para apreciação, conta, assim como o texto aprovado pela Câmara dos Representantes, com o corte de impostos para empresas e pessoas físicas. Uma das diferenças, no entanto, é que esse projeto ainda inclui a revogação de parte do Obamacare, lei de saúde do antigo governo americano do presidente Barack Obama.
O projeto eliminou especificamente a exigência do Obamacare de que todos os cidadãos teriam de ter seguro saúde. A revogação desta parte da lei de saúde é uma das prioridades do governo Trump e do partido Republicano.
Segundo analistas, a votação no Senado deve ser mais difícil do que na Câmara dos Representantes. Pelo menos um republicano, o senador Ron Johnson, já declarou ser contrário à proposta do Comitê e mais cinco senadores do partido ainda não oficializaram o apoio, o que torna incerta a vitória da reforma tributária no Senado.
O partido republicano tem maioria na Câmara dos Representantes e no Senado, mas neste último por uma margem muito pequena de quatro assentos.
CORRIGIR
Seja o primeiro a comentar esta notícia