Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 13 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

CORRIGIR

Comércio exterior

Alterada em 13/11 às 15h41min

Superávit da balança acumulado no ano chega a US$ 60,285 bilhões

Com superávit de US$ 1,822 bilhão nas duas primeiras semanas de novembro, a balança comercial brasileira acumula em 2017 um saldo positivo de US$ 60,285 bilhões, o maior resultado para o período e acima de todos os valores anuais já registrados. A previsão do governo é que o saldo comercial neste ano fique entre US$ 65 bilhões e US$ 70 bilhões.
Na primeira semana de novembro (1 a 5), com apenas dois dias úteis, foi registrado superávit de US$ 532 milhões, resultado de exportações de US$ 1,869 bilhão e importações de US$ 1,337 bilhão. Já na segunda semana (6 a 12) as vendas ao exterior somaram US$ 4,383 bilhões e as compras de fora chegaram a US$ 3,093 bilhões, o que significou um superávit de US$ 1,290 bilhão.
Nas duas primeiras semanas, as exportações subiram 10,2% em relação ao mesmo período de 2016, graças ao aumento nas vendas de produtos básicos (+35,3%, principalmente soja em grãos, milho em grãos, minério de ferro e carne bovina) e semimanufaturados (+12,5%, principalmente celulose, semimanufaturados de ferro/aço e ferro fundido). Já as exportações de produtos manufaturados caíram 8,0%, por conta de açúcar refinado, tubos flexíveis de ferro/aço, gasolina e medicamentos.
Nas importações, houve alta de 10,4% na mesma comparação, com aumento nas compras de alumínio e obras (+69,9%), combustíveis e lubrificantes (+44,8%), equipamentos eletroeletrônicos (+26,6%) e químicos orgânicos e inorgânicos (+18,9%).
CORRIGIR
Seja o primeiro a comentar esta notícia