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Porto Alegre, quinta-feira, 09 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócio

Alterada em 09/11 às 11h38min

Soja puxa receita das exportações gaúchas do agronegócio em outubro

Foram enviadas 1,596 milhão de toneladas em outubro gerando receita de US$ 1 bilhão

Foram enviadas 1,596 milhão de toneladas em outubro gerando receita de US$ 1 bilhão


JONNE RORIZ/AE/JC
A soja impulsionou as exportações do agronegócio gaúcho em outubro de 2017, em relação ao mesmo período de 2016. O grão respondeu por 65% do total comercializado, atingindo US$ 1,047 bilhão, alta de 25,9%, ou US$ 215 milhões a mais no fluxo externo. Foram enviadas 1,596 milhão de toneladas, segundo Relatório do Comércio Exterior do Agronegócio do RS, divulgado pela Federação da Agricutlura do Estado (Farsul) nesta quinta-feira (9).
O economista-chefe do Sistema Farsul, Antônio da Luz, explica que o resultado se deu em decorrência do aumento do preço da soja no mercado internacional. Outra influência forte foi do grupo cereais que registrou crescimento de 36,6%, puxado pelo desempenho do arroz. Mesmo com resultado negativo dos suínos, a comercialização de carnes também teve aumento (6,3%), assim como fumo e seus produtos, com 15%. Apenas os produtos florestais apresentaram resultado negativo (-13,1%) entre os principais grupos exportadores.
Em relação a setembro de 2017, outubro registrou queda de 1% no valor e 17% no volume exportado. O aumento nas vendas de fumo (67,8%) e produtos florestais (34,5%), não foi suficiente para reverter o resultado. Também se destacaram carne bovina (8%) e farelo de soja (90,7%). Entretanto, os grupos soja, carnes e cereais apresentaram recuo no valor com, respectivamente, -25,3%, -2,5% e -24,6%.
No acumulado do ano o agronegócio exportou US$ 9,614 bilhões, aumento de 0,42% na comparação com o mesmo período de 2016, o equivalente a US$ 40 milhões. Entre os principais parceiros comerciais do Rio Grande do Sul, a China se mantém como principal destino, respondendo por 44% do total comercializado. Na sequência aparece os Estados Unidos, com 4%, e em terceiro a Rússia, com 3,4%.
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