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Porto Alegre, sexta-feira, 24 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Cultura

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Artes Visuais

Notícia da edição impressa de 24/11/2017. Alterada em 23/11 às 21h12min

Em depoimento em CPI, Gaudêncio Fidelis defende liberdade artística

Curador da exposição Queermuseu prestou depoimento aos parlamentares

Curador da exposição Queermuseu prestou depoimento aos parlamentares


MARCOS OLIVEIRA/AGÊNCIA SENADO/DIVULGAÇÃO/JC
A CPI dos Maus-Tratos do Senado discutiu, nesta quinta-feira, a classificação etária indicativa para exibições ou apresentações ao vivo, abertas ao público. O curador da exposição Queermuseu - encerrada na Capital em razão de manifestações de grupos conservadores que apontaram apologia à zoofilia e à pedofilia -, Gaudêncio Fidelis, prestou depoimento aos parlamentares.
Conforme Fidelis, a exibição teve a perspectiva de abrir o diálogo e o debate sobre tópicos fundamentais para a população, entre eles, questões de identidade e expressão de gênero e de diferenças. "A Queermuseu é uma exposição extraordinária de arte brasileira, que envolve 263 obras de 85 artistas, incluindo alguns dos mais importantes artistas brasileiros", disse.
Fidelis defendeu a liberdade de expressão, dizendo que cada um deve escolher o que quer ver, ouvir e ler, e destacou que as exposições não devem ser um "lugar de consenso", mas de construção de diálogo.
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Comentários
Fernando Canto 24/11/2017 10h08min
Frank Zappa era atacado, insultado e maldito pela sociedade americana enquanto defendia árdua e ferozmente a liberdade de expressão e a liberdade de vermos e ouvirmos o que bem entendermos. Hoje ninguém lembra os nomes nem os rostos dos detratores, mas todos se lembram de Frank Zappa.nÉ a vantagem da arte: quem cria é lembrado. Quem tenta silenciar tem apenas o ostracismo como recompensa.