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Porto Alegre, domingo, 22 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 23/10/2017. Alterada em 22/10 às 22h34min

A distância que ensina

Alexandre Bittencourt
Estudar onde e quando quiser. Talvez esse seja um dos principais motivos pelos quais a modalidade de Ensino a Distância (EaD) cresce cada vez mais no Brasil. Com a disseminação da tecnologia, é natural que as pessoas busquem praticidade também nos estudos. O modelo é uma alternativa para quem mora longe do centro de ensino desejado, ou para quem vive perto e não quer perder tempo com deslocamento.
Segundo o último levantamento da Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed), em 2015, mais de 5 milhões de pessoas estavam matriculadas em algum curso EaD - o aumento, em relação a 2014, foi de quase 1 milhão de alunos. A modalidade é a opção de aprendizado que registra maior crescimento atualmente. O EaD atingiu um patamar de protagonismo na realidade da educação brasileira. Vemos estudantes de regiões afastadas ingressando em um curso superior que tem um diploma com o mesmo peso que uma formação presencial.
Além dos estudantes, o mercado entendeu que o EaD é a forma de estudo do momento, sem diferenças comparada a uma formação presencial. Para o Ministério da Educação (MEC), a modalidade faz parte das opções de ensino, já que o órgão reformulou suas diretrizes para permitir o compartilhamento de formatos de ensino em um mesmo polo universitário.
Estudar a distância exige muito comprometimento, dedicação e disciplina, mas também oferece flexibilidade, mobilidade, e assim permite ajustar o gerenciamento de rotina conforme as prioridades, isto oferece ao aluno a oportunidade de ser protagonista no processo de ensino e decidir o ritmo de estudo. Seja a distância ou presencial, o importante é buscar conhecimento sem dar desculpas em fatores externos, como o tempo. Pois a hora de aprender sempre é agora!
Gerente comercial da Estácio-RS 
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