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Porto Alegre, quarta-feira, 18 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 19/10/2017. Alterada em 18/10 às 21h16min

As consequências do desarmamento

Fabio Steren
Sancionada em dezembro de 2003, a Lei do Desarmamento chegou como medida "benéfica" do governo para salvar vidas e proteger a população de bem. Bom seria se o desarmamento começasse com os criminosos, mas, em vez disso, deixaram o povo sem defesa, cortando os investimentos nas polícias, e nem sequer se preocupando com presídios.
É sabido que o papel aceita tudo, e acho que os governantes esqueceram que, pela precária educação que investem, alguns dos criminosos nem ao menos sabem ler para cumprir o que está escrito na lei. A realidade da violência é muito diferente do que foi prometido com o desarmamento.
A verdade é que as taxas de homicídios só aumentaram, e o criminoso cada vez está mais violento e próximo de nós. Chega ao ponto de comerciantes e empresários terem de fechar as portas dos seus estabelecimentos, pois ali também sofrem as consequências dessa lei, que, repito, somente o cidadão de bem entendeu.
De forma bem simples, se o Estado não tem a capacidade de me proteger, então que não me tire o direito de fazê-lo por mim mesmo. A falência institucional do País, as dificuldades financeiras e os entraves políticos estão tirando a vida das pessoas de bem, que somente queriam viver suas vidas e prosperar.
Talvez você esteja pensando agora nos ataques que frequentemente ocorrem nos Estados Unidos e outros países, quando uma pessoa pega sua arma e sai matando pelas ruas. Se você não sabe, os estados que têm mais liberdade em relação ao porte de armamento são os que menos sofrem desse tipo de ataque. Em Israel é difícil encontrar alguém que não esteja armado, andando pela rua e sendo um cidadão de bem. Veja as taxas de homicídios daquele país e você se surpreenderá.
Está na hora de deixar a população ter, no mínimo, o direito de escolha de como quer se defender da ineficiência do Estado, para que possamos seguir com o que temos de mais valioso, nossas vidas.
Empresário e associado do IEE
 
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