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Porto Alegre, terça-feira, 24 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Geral

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Educação

Notícia da edição impressa de 25/10/2017. Alterada em 24/10 às 21h32min

Sem acordo após rápida reunião, greve de professores continua no Rio Grande do Sul

Segue sem solução o impasse envolvendo o Cpers-Sindicato e o governo gaúcho em torno da greve dos professores estaduais, que ontem completou 50 dias. Pouco mais de cinco minutos depois do início, a audiência entre o magistério e o chefe da Casa Civil, Fábio Branco, foi encerrada sem nenhuma sinalização de acordo. O encontro chegou a ser cancelado no começo da tarde desta terça-feira, mas acabou sendo reconfirmado logo depois.
O sindicato exige o fim dos parcelamentos de salários dos professores estaduais. "O governo insiste no discurso de que a única saída é a adesão ao regime de recuperação fiscal, o qual sabemos que, se for aceito, irá congelar os investimentos nas áreas essenciais à população, estenderá o arrocho salarial até 2020 e aumentará em R$ 30 bilhões a dívida com a União, além de impor a privatização", diz o Cpers, em nota. Segundo a entidade, "o encerramento do ano letivo está nas mãos do governo Sartori".
No começo da semana, professores ligados ao Cpers trancaram as entradas de várias Coordenadorias Regionais de Educação (CREs), como forma de impedir que o governo promovesse o remanejamento de estudantes para escolas onde a adesão à greve seja menos efetiva. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), o recolhimento das solicitações de transferência começou a ocorrer ontem, após a liberação das CREs. Comissões foram criadas nas coordenadorias para agilizar o processo. Segundo o órgão, unidades em Pelotas, Gravataí, Caxias do Sul, Ijuí e Porto Alegre já teriam registrado solicitações de transferência.
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