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Porto Alegre, segunda-feira, 23 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Geral

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Greve

23/10/2017 - 11h59min. Alterada em 23/10 às 12h10min

Marchezan negocia pela primeira vez com municipários desde começo da greve

Servidores querem retirada de projetos que mudam carreira e reduzem salários

Servidores querem retirada de projetos que mudam carreira e reduzem salários


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Stéphany Franco
O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), vai sentar pela primeira vez para negociar com os representantes dos municipários em greve. A reunião começa às 16h no gabinete do prefeito, no Paço Municipal, Centro Histórico da Capital. Será também a primeira conversação após o confronto entre servidores e Guarda Municipal ocorrido na sexta-feira (20). O Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) e a assessoria de Marchezan confirmaram a agenda.
O Simpa está convocando ato a partir das 14h na frente do Paço, num esquenta para a reunião com o prefeito. O encontro será fechado, sem acompanhamento da imprensa. Os servidores municipais, parados desde 5 de outubro, querem a retirada de projetos de lei que alteram gratificações e outras vantagens da carreira municipal. As propostas tramitam na Câmara de Vereadores.
Para encerrar a paralisação, a categoria exige a retirada de três Projetos de Lei (PLs) do Executivo - o 2062/17, que substitui avanços de 5% a cada triênio por avanços quinquenais de 3% e extingue a concessão de avanços-prêmio para funcionário que completar 30 ou 35 anos, o 2063/17 que altera a data-base de pagamento dos salários e aposentadorias, atualmente feito no último dia útil do mês, e o 2066/17 que altera a concessão e revogação de regimes especiais de trabalho - atualmente, a lei fixa que, após dois anos de exercício, o regime especial só pode ser extinto por "manifestação em contrário do funcionário".
Na sexta-feira, o vice-prefeito Gustavo Paim (PP) se reuniu com o Simpa e vereadores na Câmara de Vereadores a fim de analisar as reivindicações dos servidores. No entanto, a reunião terminou sem acordo entre as partes. Além das alterações da carreira, os servidores reagem ao parcelamento de salários pela gestão municipal.  
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