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Porto Alegre, sexta-feira, 20 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

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Saúde

Notícia da edição impressa de 20/10/2017. Alterada em 20/10 às 11h11min

Governo faz ação para incentivar prevenção ao câncer de mama

Igor Natusch
O câncer de mama é a doença que mais mata mulheres no Brasil e no mundo. Em 2016, 58 mil casos foram registrados no País, enquanto o Rio Grande do Sul teve uma média de 5.210 novos casos confirmados a cada 100 mil habitantes. Como uma das iniciativas para tentar reduzir esses números, o governo promoveu, nesta quinta-feira, o lançamento da campanha Outubro Rosa 2017, unindo esforços com os movimentos sociais e médicos que, todos os anos, promovem mundialmente ações a favor do diagnóstico e prevenção da doença.
No evento, ocorreu o Desfile das Vitoriosas, com a participação de servidoras estaduais que venceram a doença. Também foi mencionada a iniciativa do Corpo de Bombeiros de Cachoeirinha, que promove ações para encorajar os homens a permanecerem ao lado das mulheres durante o tratamento. Segundo dados da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama, cerca de 40% das mulheres com câncer de mama sofrem rejeição ou abandono por parte dos companheiros.
"O rosa fica mais vivo neste mês, pois é um símbolo de recuperação e da celebração de vitórias (na luta contra a doença)", disse o governador José Ivo Sartori. Na visão dele, é preciso fazer do Outubro Rosa "uma missão para o ano inteiro", buscando a conscientização de homens (atingidos em cerca de 1% de novos casos) e mulheres.
O câncer de mama é mais frequente após os 35 anos, com risco mais alto a partir dos 50. Ainda assim, segundo dados estaduais, até 30% das mulheres entre 50 e 69 anos não realizaram mamografia nos últimos dois anos. "É preciso trazer essas mulheres para o consultório médico", reforçou o secretário de Saúde, João Gabbardo dos Reis. "Todas as mulheres que apresentarem os sintomas, independentemente da idade, têm que fazer exames. Só existe uma maneira de prevenir o câncer: mudando os hábitos de vida."
Conforme a secretária de Políticas Sociais e de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos, Maria Helena Sartori, o Estado tem procurado incentivar os municípios a facilitarem o acesso das mulheres a exames e à rede de saúde. "A mulher cuida da saúde da família, dos filhos, do esposo e, muitas vezes, deixa a sua própria de lado. Então, o evento é para reforçar a necessidade dessas mulheres se cuidarem, mas também mostrar que a cura é possível. A presença dessas mulheres (no desfile) é para mostrar que é possível, sim, para dar esperança a quem está passando por esse processo."
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