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Porto Alegre, terça-feira, 31 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Energia

Notícia da edição impressa de 01/11/2017. Alterada em 31/10 às 21h20min

Modelo para privatização da Eletrobras já está definido, diz secretário

A modelagem para o processo de privatização da Eletrobras já foi definido pelas áreas técnicas dos ministérios de Minas e Energia, do Planejamento e da Fazenda, e o texto da medida provisória deve ser encaminhado até a semana que vem para análise dos ministros. A informação é do secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, que participou, nesta terça-feira, do VII Seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira, na Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.
Segundo ele, a análise técnica já foi concluída e cabe aos ministros tomar a decisão política para definir o percentual que cada investidor poderá ter no bloco de controle. Pedrosa disse que a ideia é fazer da Eletrobras uma "grande corporação nacional" com "visão de longo prazo" e "gestão forte", a exemplo da Embraer e da Vale. Pedrosa disse que será necessário limitar os investidores, o que pode restringir alguns perfis e atrair, por exemplo, fundos de pensão, que têm visão de longo prazo.
De acordo com o secretário, a Eletrobras irá para o novo mercado da bolsa, mas, no bloco de controle, haverá limitação que a área técnica sugere como 10% para conduzir a gestão da empresa, mesmo que o acionista tenha uma parcela maior das ações. "Não vai ter um controlador. Nós vamos fazer uma assembleia e formar um conselho. Ninguém terá mais do que 10% no controle da empresa, mesmo tendo mais do capital." Pedrosa informou que hoje não há uma visão do governo na venda de ações da Eletrobras.
A estimativa é que o governo possa arrecadar R$ 12 bilhões com a privatização da estatal que, segundo Pedrosa, perdeu R$ 175 bilhões nos últimos 13 anos em recursos que a União deixou de arrecadar e "vem se tornando irrelevante no setor elétrico".
 
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