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Porto Alegre, segunda-feira, 30 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Alterada em 30/10 às 17h37min

Governo mantém previsão para crescimento do PIB em 0,5% em 2017

O Ministério do Planejamento informou nesta segunda-feira (30) que o governo manteve em 2% a previsão de alta do PIB em 2018, na mensagem modificativa do Orçamento do próximo ano que será enviada ao Congresso Nacional. Para 2017, a projeção de expansão do PIB segue em 0,5%. A previsão para o IPCA de 2018 também foi mantida em 4,2%, como já constava no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA). Para 2017, a equipe econômica revisou a estimativa de inflação de 3,7% para 3,5%.
A projeção para o INPC de 2018 passou de 4,2% para 4,3%, enquanto a estimativa para o índice de preços em 2017 caiu de 3,5% para 3,1%. Com as alterações nas projeções de inflação, a previsão do governo para o salário mínimo em 2018 caiu de R$ 969,00 para R$ 965,00, aplicando a fórmula de reajuste determinada em lei.
O governo também alterou a projeção para a Taxa Selic ao fim do próximo ano, de 8% para 7,25%. Para 2017, passou de 8,25% para 7,30%. A taxa de câmbio média esperada para o próximo ano também foi revisada e caiu de R$ 3,38 para R$ 3,29. Para 2017, a taxa média de câmbio passou de R$ 3,25 para R$ 3,18.
O Planejamento também divulgou novas projeções para a alta da massa salarial nominal. Em 2018, a estimativa passou de 5,7% para 6,1%. Para 2017, a projeção subiu de 4,0% para 4,7%.
A projeção do governo para a evolução da Dívida Bruta do Governo Geral em 2018 a levará a 78,5% do PIB ao fim do próximo ano. Em 2017, a equipe econômica espera que a dívida bruta encerre o ano em 75,7% do PIB. Para 2019, a estimativa do governo é de que a dívida bruta chegue a 80,3% do PIB, e suba menos, para 80,7% do PIB em 2020.
Já a projeção do Planejamento para a Dívida Líquida do Setor Público indica uma passagem de 52,2% do PIB em 2017 para 55,3% do PIB em 2018. A curva ascendente indicada pelo ministério ainda coloca a dívida líquida em 57,9% do PIB em 2019 e 59,1% do PIB em 2020.
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