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Porto Alegre, quinta-feira, 26 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 26/10 às 09h01min

Petróleo opera perto da estabilidade, aparentemente com novo piso

Os contratos futuros de petróleo operam de lado na manhã desta quinta-feira (26). Aparentemente, a commodity está em novo patamar, mais alto, em relação a meses recentes.
Às 8h52min (de Brasília), o petróleo WTI para dezembro subia 0,06%, a US$ 52,21 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para dezembro tinha baixa de 0,14%, a US$ 58,36 o barril, na ICE.
Os preços "parecem estar em uma espécie de limbo", segundo Thomas Pugh, economista especializado em commodities na Capital Economics. Segundo Pugh, o Brent está na casa dos US$ 58 o barril e parece ter encontrado novo piso, por volta de US$ 55, no último mês. Isso ocorre em parte pela volta do risco geopolítico. Mais cedo neste ano, o Brent oscilou mais, chegando a ter US$ 45 como piso do barril.
Além disso, o analista destaca que todos os olhos estarão voltados para a reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), no fim do próximo mês. O cartel deve debater a extensão de seu acordo para cortar a produção ao longo de 2018 em sua reunião em Viena em 30 de novembro.
A Opep e alguns grandes produtores de fora do cartel, entre eles a Rússia, concordaram primeiro no fim do ano passado em limitar a produção em cerca de 1,8 milhão de barris por dia, em comparação com o pico de outubro de 2016. A decisão tinha o objetivo de aliviar o excesso de oferta global e impulsionar os preços e ela em maio foi estendida até março de 2018.
Os preços, porém, seguem abaixo da meta da Arábia Saudita, de US$ 60 o barril. Os sauditas e a Rússia querem estender o acordo até o fim do próximo anos, disseram fontes ligadas ao assunto na quarta-feira.
O petróleo fechou sem direção única na quarta-feira, após o dado de estoques dos EUA, que mostrou alta de 856 mil barris nos estoques do país na última semana. Analistas esperavam queda de 2,2 milhões de barris. Já os estoques de gasolina e diesel caíram 5,5 e 5,2 milhões de barris, respectivamente, segundo o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês). A produção de petróleo do país voltou aos níveis anteriores aos furacões deste ano, acima de 9,5 milhões de barris por dia. 
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